MP Eleitoral aponta abuso de poder político em Nova Cruz e pede cassação do prefeito e vice
O Ministério Público Eleitoral (MPE) da 12ª Zona Eleitoral emitiu parecer pela cassação do prefeito eleito de Nova Cruz, João Nogueira Neto (Joca), e de seu vice, Iraldo George Marques Guerra, em Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE). O órgão concluiu que houve abuso de poder político e econômico, além de condutas vedadas a agentes públicos durante as eleições de 2024. De acordo com a investigação, o grupo político comandado pelo ex-prefeito Flávio César Nogueira – tio do atual gestor – teria utilizado o Instituto Social de Saúde e Educação do RN (ISSERN) como fachada para contratações em massa, sem concurso público, em pleno ano eleitoral. Os números revelam a dimensão do esquema: só em 2024, a prefeitura repassou mais de R$ 18 milhões ao instituto, responsável por manter cerca de 650 contratados em julho e agosto, em funções que iam de técnicos de enfermagem a vigias, motoristas, cozinheiros e pedagogos. Segundo o MP, a manobra criou um “exército de cabos eleitorais” pagos com dinheiro público, desequilibrando a disputa em favor da chapa vencedora. O MPE pede a aplicação das sanções previstas na Lei da Ficha Limpa, que incluem a cassação dos diplomas e a inelegibilidade dos candidatos. O caso agora segue para julgamento pela Justiça Eleitoral. Blog Heitor Gregorio

O Ministério Público Eleitoral (MPE) da 12ª Zona Eleitoral emitiu parecer pela cassação do prefeito eleito de Nova Cruz, João Nogueira Neto (Joca), e de seu vice, Iraldo George Marques Guerra, em Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE). O órgão concluiu que houve abuso de poder político e econômico, além de condutas vedadas a agentes públicos durante as eleições de 2024.
De acordo com a investigação, o grupo político comandado pelo ex-prefeito Flávio César Nogueira – tio do atual gestor – teria utilizado o Instituto Social de Saúde e Educação do RN (ISSERN) como fachada para contratações em massa, sem concurso público, em pleno ano eleitoral.
Os números revelam a dimensão do esquema: só em 2024, a prefeitura repassou mais de R$ 18 milhões ao instituto, responsável por manter cerca de 650 contratados em julho e agosto, em funções que iam de técnicos de enfermagem a vigias, motoristas, cozinheiros e pedagogos. Segundo o MP, a manobra criou um “exército de cabos eleitorais” pagos com dinheiro público, desequilibrando a disputa em favor da chapa vencedora.
O MPE pede a aplicação das sanções previstas na Lei da Ficha Limpa, que incluem a cassação dos diplomas e a inelegibilidade dos candidatos. O caso agora segue para julgamento pela Justiça Eleitoral.
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