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Motociatas de Bolsonaro eram financiadas com cartão corporativo, diz Cid em delação

Em seu depoimento de delação premiada, o tenente-coronel Mauro Cid revelou que as motociatas promovidas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro durante seu mandato eram financiadas com recursos públicos, por meio do cartão corporativo da Presidência da República. O cartão existe para bancar gastos do presidente. Em seu mandato, Bolsonaro realizou motociatas que funcionavam como eventos políticos, no qual ele reunia apoiadores. Segundo Cid, a logística envolvia gastos com a compra de motos para o Gabinete de Segurança Institucional (GSI), transporte dos veículos para os eventos, além de hospedagem e alimentação da equipe de segurança que acompanhava o então presidente. “A partir do momento que o ex-presidente Jair Bolsonaro decidiu andar de moto, o GSI teve de comprar motos similares para poder acompanhá-lo. Em algumas ocasiões, foi necessário embarcar as motos para que chegassem ao local do evento”, declarou Cid. Ele afirmou acreditar que os custos das motos e do transporte eram pagos com o cartão corporativo, assim como os gastos com hospedagem e alimentação dos servidores responsáveis pela segurança do presidente durante as motociatas. Globo News

Bagadão
Por Bagadão 21 de fevereiro de 2025
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Motociatas de Bolsonaro eram financiadas com cartão corporativo, diz Cid em delação

Em seu depoimento de delação premiada, o tenente-coronel Mauro Cid revelou que as motociatas promovidas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro durante seu mandato eram financiadas com recursos públicos, por meio do cartão corporativo da Presidência da República.

O cartão existe para bancar gastos do presidente. Em seu mandato, Bolsonaro realizou motociatas que funcionavam como eventos políticos, no qual ele reunia apoiadores.

Segundo Cid, a logística envolvia gastos com a compra de motos para o Gabinete de Segurança Institucional (GSI), transporte dos veículos para os eventos, além de hospedagem e alimentação da equipe de segurança que acompanhava o então presidente.

“A partir do momento que o ex-presidente Jair Bolsonaro decidiu andar de moto, o GSI teve de comprar motos similares para poder acompanhá-lo. Em algumas ocasiões, foi necessário embarcar as motos para que chegassem ao local do evento”, declarou Cid.

Ele afirmou acreditar que os custos das motos e do transporte eram pagos com o cartão corporativo, assim como os gastos com hospedagem e alimentação dos servidores responsáveis pela segurança do presidente durante as motociatas.

Globo News

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