Moraes rejeita devolver passaporte de Bolsonaro
Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), rejeitou o pedido do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para que tivesse o passaporte devolvido a fim de viajar a Israel. A informação foi antecipada hoje (29) à tarde pela Folha de SP. Nas rede sociais, Fábio Wajngarten, ex-assessor e um dos advogados de Bolsonaro, afirmou que ainda sequer foi notificado da decisão e ameaçou processar os grandes veículos. Os advogados de Bolsonaro haviam solicitado ao magistrado a autorização para que ele pudesse ir a Israel entre 12 e 18 de maio a convite do primeiro-ministro do país, Benjamin Netanyahu. Bolsonaro teve o passaporte apreendido pela Polícia Federal por ordem de Moraes em fevereiro na operação ‘Tempus Veritatis’, que teve como alvo o ex-presidente, ex-ministros e ex-assessores. Naquela ocasião, o ministro também proibiu o ex-presidente de manter contato com outros investigados, entre eles o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto. Na decisão que vetou a ida de Bolsonaro a Israel, Moraes afirmou que ‘a medida cautelar permanece necessária e adequada’, uma vez que a ‘investigação, inclusive quanto ao requerente, ainda se encontra em andamento, como bem observado pela Procuradoria-Geral da República, ao se manifestar pelo indeferimento do pedido’.

Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), rejeitou o pedido do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para que tivesse o passaporte devolvido a fim de viajar a Israel. A informação foi antecipada hoje (29) à tarde pela Folha de SP.
Nas rede sociais, Fábio Wajngarten, ex-assessor e um dos advogados de Bolsonaro, afirmou que ainda sequer foi notificado da decisão e ameaçou processar os grandes veículos.
Os advogados de Bolsonaro haviam solicitado ao magistrado a autorização para que ele pudesse ir a Israel entre 12 e 18 de maio a convite do primeiro-ministro do país, Benjamin Netanyahu.
Bolsonaro teve o passaporte apreendido pela Polícia Federal por ordem de Moraes em fevereiro na operação ‘Tempus Veritatis’, que teve como alvo o ex-presidente, ex-ministros e ex-assessores.
Naquela ocasião, o ministro também proibiu o ex-presidente de manter contato com outros investigados, entre eles o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto.
Na decisão que vetou a ida de Bolsonaro a Israel, Moraes afirmou que ‘a medida cautelar permanece necessária e adequada’, uma vez que a ‘investigação, inclusive quanto ao requerente, ainda se encontra em andamento, como bem observado pela Procuradoria-Geral da República, ao se manifestar pelo indeferimento do pedido’.
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