Moraes adverte Bolsonaro e diz que “a Justiça é cega, mas não tola”
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes advertiu o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nesta quinta-feira (24/7), diante de indícios de descumprimento das medidas restritivas impostas ao ex-chefe do Executivo. “A Justiça é cega, mas não é tola”, afirmou Moraes na decisão. Ao manter as cautelares aplicadas no âmbito da operação da Polícia Federal (PF) deflagrada na última sexta-feira (18/7), Moraes esclareceu que Bolsonaro não está proibido de conceder entrevistas, mas o conteúdo não pode ser replicado nas redes sociais. O ministro ressaltou que, embora não haja vedação a falas públicas ou privadas, o ex-presidente não pode utilizar entrevistas ou discursos como forma indireta de violar a proibição de uso das redes, seja diretamente ou por meio de terceiros. Segundo Moraes, a prática de conceder declarações com o objetivo de que sejam posteriormente divulgadas por aliados ou familiares configura burla à decisão judicial e pode resultar na prisão preventiva. O ministro frisou que a proibição também se estende a conteúdos veiculados por “milícias digitais” ou apoiadores políticos previamente coordenados. Ao final, Moraes advertiu que qualquer nova infração resultará na imediata decretação da prisão de Bolsonaro. “A Justiça é cega, mas não é tola”, concluiu. Metrópoles

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes advertiu o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nesta quinta-feira (24/7), diante de indícios de descumprimento das medidas restritivas impostas ao ex-chefe do Executivo. “A Justiça é cega, mas não é tola”, afirmou Moraes na decisão.
Ao manter as cautelares aplicadas no âmbito da operação da Polícia Federal (PF) deflagrada na última sexta-feira (18/7), Moraes esclareceu que Bolsonaro não está proibido de conceder entrevistas, mas o conteúdo não pode ser replicado nas redes sociais.
O ministro ressaltou que, embora não haja vedação a falas públicas ou privadas, o ex-presidente não pode utilizar entrevistas ou discursos como forma indireta de violar a proibição de uso das redes, seja diretamente ou por meio de terceiros.
Segundo Moraes, a prática de conceder declarações com o objetivo de que sejam posteriormente divulgadas por aliados ou familiares configura burla à decisão judicial e pode resultar na prisão preventiva. O ministro frisou que a proibição também se estende a conteúdos veiculados por “milícias digitais” ou apoiadores políticos previamente coordenados.
Ao final, Moraes advertiu que qualquer nova infração resultará na imediata decretação da prisão de Bolsonaro. “A Justiça é cega, mas não é tola”, concluiu.
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