Ministros do STF estão “apavorados” com risco de serem punidos pela Lei Magnitsky
Um parlamentar experiente, com trânsito livre no Congresso e contato direto com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que membros da Corte estão “apavorados” diante da chance de figurarem na lista de sanções da Lei Magnitsky — norma dos Estados Unidos que autoriza punições a estrangeiros acusados de corrupção ou violações de direitos humanos.“Imagine só isso acontecer no estágio de vida deles. Ninguém quer uma coisa dessas”, declarou o político, em fala divulgada pelo colunista Lauro Jardim, de O Globo.Segundo a publicação, a possibilidade de enfrentar restrições financeiras e proibição de entrada nos EUA tem gerado forte desconforto entre magistrados.A preocupação cresceu após Alexandre de Moraes ser incluído na lista em 30 de julho. A sanção pode congelar ativos em território americano e impedir o uso de cartões como Visa, MasterCard e American Express, além de dificultar operações bancárias, já que instituições brasileiras como Banco do Brasil, Bradesco, Itaú, Santander, BTG e Safra possuem atuação nos EUA. Embarques em companhias aéreas, uso de aplicativos de celular, entre outras, sofrem risco de serem impedidas ao sancionado. “Cumprimos rigorosamente as leis de todas as jurisdições onde atuamos”, disse, acrescentando: “Temos advogados externos e nos cercamos dos melhores consultores jurídicos”.Moraes também corre o risco de ter contas bloqueadas em plataformas digitais de empresas como Uber, Amazon, Microsoft, Apple, Starlink, Google e Meta. O Globo

Um parlamentar experiente, com trânsito livre no Congresso e contato direto com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que membros da Corte estão “apavorados” diante da chance de figurarem na lista de sanções da Lei Magnitsky — norma dos Estados Unidos que autoriza punições a estrangeiros acusados de corrupção ou violações de direitos humanos.
“Imagine só isso acontecer no estágio de vida deles. Ninguém quer uma coisa dessas”, declarou o político, em fala divulgada pelo colunista Lauro Jardim, de O Globo.
Segundo a publicação, a possibilidade de enfrentar restrições financeiras e proibição de entrada nos EUA tem gerado forte desconforto entre magistrados.
A preocupação cresceu após Alexandre de Moraes ser incluído na lista em 30 de julho. A sanção pode congelar ativos em território americano e impedir o uso de cartões como Visa, MasterCard e American Express, além de dificultar operações bancárias, já que instituições brasileiras como Banco do Brasil, Bradesco, Itaú, Santander, BTG e Safra possuem atuação nos EUA. Embarques em companhias aéreas, uso de aplicativos de celular, entre outras, sofrem risco de serem impedidas ao sancionado.
“Cumprimos rigorosamente as leis de todas as jurisdições onde atuamos”, disse, acrescentando: “Temos advogados externos e nos cercamos dos melhores consultores jurídicos”.
Moraes também corre o risco de ter contas bloqueadas em plataformas digitais de empresas como Uber, Amazon, Microsoft, Apple, Starlink, Google e Meta.
O Globo
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