Ministro que anulou provas contra Lula já foi advogado do PT
José Antonio Dias Toffoli, de 55 anos, chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF) em 2009, pela indicação de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O líder petista cumpria seu segundo mandato presidencial. Neste semana, como noticiou o Conexão Política, Toffoli decidiu anular o acordo de leniência feito pela construtora Odebrecht na Lava Jato. O ministro teceu duras críticas à operação e determinou investigações contra os agentes públicos envolvidos.A medida tomada pelo magistrado do Supremo se soma a um histórico de posicionamentos contrários à força-tarefa. O ingresso de Dias Toffoli no segmento político se deu por meio doPartido dos Trabalhadores. Em 1994, foi assessor do deputado Arlindo Chinaglia (PT) na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp). Depois, durante cinco anos (de 1995 a 2000), Toffoli trabalhou como assessor jurídico da liderança do Partido dos Trabalhadores na Câmara dos Deputados. Já nas eleições presidenciais de 1998, 2002 e 2006, advogou para a sigla. Durante o primeiro mandato de Lula, de janeiro de 2003 a julho de 2005, o advogado foi subchefe da Secretaria Especial para Assuntos Jurídicos (SAJ). O órgão faz parte da Casa Civil e, à época, estava sob os cuidados de José Dirceu. Quatro anos depois, Dias Toffoli foi indicado ao STF, que é mais alta Corte do país.

José Antonio Dias Toffoli, de 55 anos, chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF) em 2009, pela indicação de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O líder petista cumpria seu segundo mandato presidencial.
Neste semana, como noticiou o Conexão Política, Toffoli decidiu anular o acordo de leniência feito pela construtora Odebrecht na Lava Jato. O ministro teceu duras críticas à operação e determinou investigações contra os agentes públicos envolvidos.
A medida tomada pelo magistrado do Supremo se soma a um histórico de posicionamentos contrários à força-tarefa.
O ingresso de Dias Toffoli no segmento político se deu por meio do
Partido dos Trabalhadores.
Em 1994, foi assessor do deputado Arlindo Chinaglia (PT) na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp). Depois, durante cinco anos (de 1995 a 2000), Toffoli trabalhou como assessor jurídico da liderança do Partido dos Trabalhadores na Câmara dos Deputados. Já nas eleições presidenciais de 1998, 2002 e 2006, advogou para a sigla.
Durante o primeiro mandato de Lula, de janeiro de 2003 a julho de 2005, o advogado foi subchefe da Secretaria Especial para Assuntos Jurídicos (SAJ). O órgão faz parte da Casa Civil e, à época, estava sob os cuidados de José Dirceu.
Quatro anos depois, Dias Toffoli foi indicado ao STF, que é mais alta Corte do país.
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