Ministério Público pede cassação da Jovem Pan por suposta “desinformação”
O Ministério Público Federal (MPF) apresentou suas alegações finais na ação contra a Jovem Pan pela cobertura das eleições de 2022. Segundo o órgão, a emissora teve papel relevante na disseminação de suposta desinformação durante o pleito. O MPF pede a cassação das concessões públicas de rádio e uma multa de R$ 13,4 milhões. De acordo com o MPF, a emissora teria dado espaço a teses consideradas contrárias à democracia e reforçado narrativas falsas, acompanhadas de incitações à desordem institucional. O órgão sustenta que tais condutas teriam contribuído para um ambiente de instabilidade. Segundo a defesa da empresa de Antônio Augusto Amaral Carvalho Filho, o Tutinha, não houve excessos. A emissora afirma ainda que críticas a apresentadores como Emílio Surita, decorrem de comentários eleitorais, e nega incentivo a qualquer ilegalidade. Ainda conforme registros do processo, a Jovem Pan tentou acordo com o MPF, aceitando divulgar mensagens oficiais sobre a confiabilidade do processo eleitoral. O entendimento não avançou porque a empresa buscava afastar riscos de cassação e de pagamento da multa. O julgamento é esperado até novembro. Fonte: Folha

O Ministério Público Federal (MPF) apresentou suas alegações finais na ação contra a Jovem Pan pela cobertura das eleições de 2022. Segundo o órgão, a emissora teve papel relevante na disseminação de suposta desinformação durante o pleito. O MPF pede a cassação das concessões públicas de rádio e uma multa de R$ 13,4 milhões.
De acordo com o MPF, a emissora teria dado espaço a teses consideradas contrárias à democracia e reforçado narrativas falsas, acompanhadas de incitações à desordem institucional. O órgão sustenta que tais condutas teriam contribuído para um ambiente de instabilidade.
Segundo a defesa da empresa de Antônio Augusto Amaral Carvalho Filho, o Tutinha, não houve excessos. A emissora afirma ainda que críticas a apresentadores como Emílio Surita, decorrem de comentários eleitorais, e nega incentivo a qualquer ilegalidade.
Ainda conforme registros do processo, a Jovem Pan tentou acordo com o MPF, aceitando divulgar mensagens oficiais sobre a confiabilidade do processo eleitoral. O entendimento não avançou porque a empresa buscava afastar riscos de cassação e de pagamento da multa. O julgamento é esperado até novembro.
Fonte: Folha
Ad0 comentários para "Ministério Público pede cassação da Jovem Pan por suposta “desinformação”"
Seja o primeiro a comentar!
Notícias Relacionadas

Suzane von Richthofen recebeu R$ 500 mil da Netflix para autorizar doc, diz jornal
9 de abr. de 2026
Lula diz ter orientado Moraes a se declarar impedido de julgar caso Master
8 de abr. de 2026
Master pagou as contas do diretor da PF em Londres
8 de abr. de 2026


Deixe uma resposta para essa notícia
O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *