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Ministério Público pede cassação da Jovem Pan por suposta “desinformação”

O Ministério Público Federal (MPF) apresentou suas alegações finais na ação contra a Jovem Pan pela cobertura das eleições de 2022. Segundo o órgão, a emissora teve papel relevante na disseminação de suposta desinformação durante o pleito. O MPF pede a cassação das concessões públicas de rádio e uma multa de R$ 13,4 milhões. De acordo com o MPF, a emissora teria dado espaço a teses consideradas contrárias à democracia e reforçado narrativas falsas, acompanhadas de incitações à desordem institucional. O órgão sustenta que tais condutas teriam contribuído para um ambiente de instabilidade. Segundo a defesa da empresa de Antônio Augusto Amaral Carvalho Filho, o Tutinha, não houve excessos. A emissora afirma ainda que críticas a apresentadores como Emílio Surita, decorrem de comentários eleitorais, e nega incentivo a qualquer ilegalidade. Ainda conforme registros do processo, a Jovem Pan tentou acordo com o MPF, aceitando divulgar mensagens oficiais sobre a confiabilidade do processo eleitoral. O entendimento não avançou porque a empresa buscava afastar riscos de cassação e de pagamento da multa. O julgamento é esperado até novembro. Fonte: Folha

Bagadão
Por Bagadão 16 de setembro de 2025
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Ministério Público pede cassação da Jovem Pan por suposta “desinformação”

O Ministério Público Federal (MPF) apresentou suas alegações finais na ação contra a Jovem Pan pela cobertura das eleições de 2022. Segundo o órgão, a emissora teve papel relevante na disseminação de suposta desinformação durante o pleito. O MPF pede a cassação das concessões públicas de rádio e uma multa de R$ 13,4 milhões.

De acordo com o MPF, a emissora teria dado espaço a teses consideradas contrárias à democracia e reforçado narrativas falsas, acompanhadas de incitações à desordem institucional. O órgão sustenta que tais condutas teriam contribuído para um ambiente de instabilidade.

Segundo a defesa da empresa de Antônio Augusto Amaral Carvalho Filho, o Tutinha, não houve excessos. A emissora afirma ainda que críticas a apresentadores como Emílio Surita, decorrem de comentários eleitorais, e nega incentivo a qualquer ilegalidade.

Ainda conforme registros do processo, a Jovem Pan tentou acordo com o MPF, aceitando divulgar mensagens oficiais sobre a confiabilidade do processo eleitoral. O entendimento não avançou porque a empresa buscava afastar riscos de cassação e de pagamento da multa. O julgamento é esperado até novembro.

Fonte: Folha

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