Menopausa: creatina pode ser aliada contra a névoa mental?
A menopausa costuma vir acompanhada de ondas de calor e mudanças de humor. Mas, para muitas mulheres, o que mais incomoda é a “pane” na cabeça. Dificuldade de concentração, esquecimentos e sensação de cérebro lento são queixas comuns. É a famosa “névoa mental” da menopausa, que impacta trabalho, relações e autoestima. Nos últimos anos, pesquisadores passaram a olhar para a creatina além da musculação. Estudos sugerem que o suplemento pode ajudar justamente na energia do cérebro e na cognição nessa fase da vida. Um dos trabalhos mais comentados é o estudo CONCRET-MENOPA. Ele foi publicado no Journal of the American Nutrition Association e avaliou 36 mulheres na peri e pós-menopausa por oito semanas. As participantes foram divididas em grupos que receberam diferentes doses de creatina hidroclorada ou placebo. Os pesquisadores mediram tempo de reação, fadiga mental, humor e até níveis de creatina no cérebro. De forma geral, quem usou creatina teve melhora no tempo de reação, menos fadiga mental e melhor capacidade de concentração. Também foi observado aumento da creatina em áreas frontais do cérebro, ligadas à tomada de decisão e atenção. Reprodução: Metrópoles

A menopausa costuma vir acompanhada de ondas de calor e mudanças de humor. Mas, para muitas mulheres, o que mais incomoda é a “pane” na cabeça.
Dificuldade de concentração, esquecimentos e sensação de cérebro lento são queixas comuns. É a famosa “névoa mental” da menopausa, que impacta trabalho, relações e autoestima.
Nos últimos anos, pesquisadores passaram a olhar para a creatina além da musculação. Estudos sugerem que o suplemento pode ajudar justamente na energia do cérebro e na cognição nessa fase da vida.
Um dos trabalhos mais comentados é o estudo CONCRET-MENOPA. Ele foi publicado no Journal of the American Nutrition Association e avaliou 36 mulheres na peri e pós-menopausa por oito semanas.
As participantes foram divididas em grupos que receberam diferentes doses de creatina hidroclorada ou placebo. Os pesquisadores mediram tempo de reação, fadiga mental, humor e até níveis de creatina no cérebro.
De forma geral, quem usou creatina teve melhora no tempo de reação, menos fadiga mental e melhor capacidade de concentração. Também foi observado aumento da creatina em áreas frontais do cérebro, ligadas à tomada de decisão e atenção.
Reprodução: Metrópoles
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