Saúde

Menopausa: creatina pode ser aliada contra a névoa mental?

A menopausa costuma vir acompanhada de ondas de calor e mudanças de humor. Mas, para muitas mulheres, o que mais incomoda é a “pane” na cabeça.   Dificuldade de concentração, esquecimentos e sensação de cérebro lento são queixas comuns. É a famosa “névoa mental” da menopausa, que impacta trabalho, relações e autoestima.   Nos últimos anos, pesquisadores passaram a olhar para a creatina além da musculação. Estudos sugerem que o suplemento pode ajudar justamente na energia do cérebro e na cognição nessa fase da vida.   Um dos trabalhos mais comentados é o estudo CONCRET-MENOPA. Ele foi publicado no Journal of the American Nutrition Association e avaliou 36 mulheres na peri e pós-menopausa por oito semanas.   As participantes foram divididas em grupos que receberam diferentes doses de creatina hidroclorada ou placebo. Os pesquisadores mediram tempo de reação, fadiga mental, humor e até níveis de creatina no cérebro.   De forma geral, quem usou creatina teve melhora no tempo de reação, menos fadiga mental e melhor capacidade de concentração. Também foi observado aumento da creatina em áreas frontais do cérebro, ligadas à tomada de decisão e atenção.     Reprodução: Metrópoles

Bagadão
Por Bagadão 1 de março de 2026
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Menopausa: creatina pode ser aliada contra a névoa mental?

A menopausa costuma vir acompanhada de ondas de calor e mudanças de humor. Mas, para muitas mulheres, o que mais incomoda é a “pane” na cabeça.

 

Dificuldade de concentração, esquecimentos e sensação de cérebro lento são queixas comuns. É a famosa “névoa mental” da menopausa, que impacta trabalho, relações e autoestima.

 

Nos últimos anos, pesquisadores passaram a olhar para a creatina além da musculação. Estudos sugerem que o suplemento pode ajudar justamente na energia do cérebro e na cognição nessa fase da vida.

 

Um dos trabalhos mais comentados é o estudo CONCRET-MENOPA. Ele foi publicado no Journal of the American Nutrition Association e avaliou 36 mulheres na peri e pós-menopausa por oito semanas.

 

As participantes foram divididas em grupos que receberam diferentes doses de creatina hidroclorada ou placebo. Os pesquisadores mediram tempo de reação, fadiga mental, humor e até níveis de creatina no cérebro.

 

De forma geral, quem usou creatina teve melhora no tempo de reação, menos fadiga mental e melhor capacidade de concentração. Também foi observado aumento da creatina em áreas frontais do cérebro, ligadas à tomada de decisão e atenção.

 

 

Reprodução: Metrópoles

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