Meia do ABC é denunciado pelo MP por esquema de apostas
O jogador do ABC, Thonny Anderson, está entre os novos seis jogadores denunciados pelo Ministério Público de Goiás por suspeita de envolvimento no esquema de manipulação de partidas do Brasileirão 2022. Além dele, aparecem Jesús Trindade, meia ex-Coritiba; Dadá Belmonte (América-MG), Pedrinho, lateral-esquerdo ex-Athletico-PR; e Sidcley, lateral-esquerdo ex-Cuiabá, que pertence ao Dínamo Kiev (UCR). Os nomes agora estão dentro do processo que tramita na Justiça de Goiás. Segundo informações do MP de Goiás, que apura os casos de esquema por meio da “Operação Penalidade Máxima”, mais de 10 partidas ficaram sob suspeita. Na atual fase da operação, estão sendo consideradas informações dadas por jogadores que fizeram acordo e estavam em prints ou tabelas captadas ao longo da investigação. Os jogadores que fizeram acordo recentemente são: Bryan Garcia (ex-Athletico), Diego Porfírio (ex-Coritiba), Vitor Mendes (ex-Juventude e afastado quando estava no Fluminense), Nino Paraíba (ex-Ceará) e Sávio (ex-Goiás). No caso de Thonny Anderson, o nome do jogador já tinha sido mencionado em maio deste ano em prints que constam no processo do MP de Goiás. O meia é mencionado como a pessoa supostamente responsável por cooptar o então companheiro de time Jesus Trindade. Trindade consta como “fechado” e também aparece na planilha com valores que supostamente seriam pagos aos atletas. A primeira etapa da Operação Penalidade Máxima foi realizada em fevereiro e mirava apenas jogos da Série B. Já a segunda fase também investiga partidas do Campeonato Brasileiro da Série A e de estaduais. Tribuna do Norte

O jogador do ABC, Thonny Anderson, está entre os novos seis jogadores denunciados pelo Ministério Público de Goiás por suspeita de envolvimento no esquema de manipulação de partidas do Brasileirão 2022. Além dele, aparecem Jesús Trindade, meia ex-Coritiba; Dadá Belmonte (América-MG), Pedrinho, lateral-esquerdo ex-Athletico-PR; e Sidcley, lateral-esquerdo ex-Cuiabá, que pertence ao Dínamo Kiev (UCR). Os nomes agora estão dentro do processo que tramita na Justiça de Goiás.
Segundo informações do MP de Goiás, que apura os casos de esquema por meio da “Operação Penalidade Máxima”, mais de 10 partidas ficaram sob suspeita. Na atual fase da operação, estão sendo consideradas informações dadas por jogadores que fizeram acordo e estavam em prints ou tabelas captadas ao longo da investigação.
Os jogadores que fizeram acordo recentemente são: Bryan Garcia (ex-Athletico), Diego Porfírio (ex-Coritiba), Vitor Mendes (ex-Juventude e afastado quando estava no Fluminense), Nino Paraíba (ex-Ceará) e Sávio (ex-Goiás).
No caso de Thonny Anderson, o nome do jogador já tinha sido mencionado em maio deste ano em prints que constam no processo do MP de Goiás. O meia é mencionado como a pessoa supostamente responsável por cooptar o então companheiro de time Jesus Trindade. Trindade consta como “fechado” e também aparece na planilha com valores que supostamente seriam pagos aos atletas.
A primeira etapa da Operação Penalidade Máxima foi realizada em fevereiro e mirava apenas jogos da Série B. Já a segunda fase também investiga partidas do Campeonato Brasileiro da Série A e de estaduais.
Tribuna do Norte
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