Médico de Natal que coagiu funcionária a votar em Bolsonaro é condenado por assédio eleitoral
Um cirurgião plástico da capital potiguar foi condenado pela Justiça do Trabalho a pagar R$ 20 mil de indenização a uma ex-funcionária por ter a coagido a votar em Jair Bolsonaro nas eleições de 2022. A denunciante prestou serviços para o médico como técnica de enfermagem, circulante de sala e instrumentadora entre 5 agosto de 2021 e 28 de outubro de 2022 no Hospital Rio Grande, sendo dispensada no último dia útil antes da votação do segundo turno. Na sentença, emitida pela juíza Nágila Nogueira Gomes na última sexta-feira (25), a funcionária afirmou que durante as eleições preferiu não expor sua opção política. “Porém, o reclamado, defensor ferrenho do candidato derrotado insistia em saber qual era o voto da reclamante, chegando a coagi-la a enveredar para o lado do ex-presidente”, diz trecho da denúncia. A pressão foi tal e se intensificou, até que na véspera da votação o médico disse que era o último dia de trabalho da mulher, pois não admitia conviver com alguém que pensava diferente dele e tinha preferência por um “governo diabólico”. Saiba Mais

Um cirurgião plástico da capital potiguar foi condenado pela Justiça do Trabalho a pagar R$ 20 mil de indenização a uma ex-funcionária por ter a coagido a votar em Jair Bolsonaro nas eleições de 2022.
A denunciante prestou serviços para o médico como técnica de enfermagem, circulante de sala e instrumentadora entre 5 agosto de 2021 e 28 de outubro de 2022 no Hospital Rio Grande, sendo dispensada no último dia útil antes da votação do segundo turno.
Na sentença, emitida pela juíza Nágila Nogueira Gomes na última sexta-feira (25), a funcionária afirmou que durante as eleições preferiu não expor sua opção política.
“Porém, o reclamado, defensor ferrenho do candidato derrotado insistia em saber qual era o voto da reclamante, chegando a coagi-la a enveredar para o lado do ex-presidente”, diz trecho da denúncia.
A pressão foi tal e se intensificou, até que na véspera da votação o médico disse que era o último dia de trabalho da mulher, pois não admitia conviver com alguém que pensava diferente dele e tinha preferência por um “governo diabólico”.
Saiba Mais
Ad0 comentários para "Médico de Natal que coagiu funcionária a votar em Bolsonaro é condenado por assédio eleitoral"
Seja o primeiro a comentar!
Notícias Relacionadas

Suzane von Richthofen recebeu R$ 500 mil da Netflix para autorizar doc, diz jornal
9 de abr. de 2026
Lula diz ter orientado Moraes a se declarar impedido de julgar caso Master
8 de abr. de 2026
Master pagou as contas do diretor da PF em Londres
8 de abr. de 2026


Deixe uma resposta para essa notícia
O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *