Política

Mauro Cid diz ter sido coagido a delatar e critica Alexandre de Moraes

A voz de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), aparece numa gravação em áudio realizada na semana passada. Nela, o tenente-coronel afirma que teria sido coagido a delatar seu ex-chefe. O tenente-coronel também critica o ministro Alexandre de Moraes, do STF, dizendo que o magistrado tem poderes absolutos para mandar prender ou soltar alguém quando desejar. Os áudios foram divulgados pelo site da revista Veja, que não explica como os obteve nem se foram periciados. A gravação teria sido feita durante uma conversa entre Cid e um interlocutor em algum momento depois de 11 de março de 2024, quando o tenente-coronel deu um depoimento para a Polícia Federal. Não é revelado o nome do interlocutor. Os áudios, tal como apresentados pela Veja, dão a entender que Cid se sentiu pressionado a revelar como se deram reuniões e conversas no final de 2022 dentro do núcleo central do governo anterior. Em sua delação, há relatos de oficiais militares de alta patente tendo contato com Bolsonaro para discutir a possibilidade de baixar um decreto de estado de sítio. O resultado, segundo afirma a Polícia Federal, seria impedir a posse do então presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Bagadão
Por Bagadão 22 de março de 2024
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Mauro Cid diz ter sido coagido a delatar e critica Alexandre de Moraes

A voz de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), aparece numa gravação em áudio realizada na semana passada. Nela, o tenente-coronel afirma que teria sido coagido a delatar seu ex-chefe. O tenente-coronel também critica o ministro Alexandre de Moraes, do STF, dizendo que o magistrado tem poderes absolutos para mandar prender ou soltar alguém quando desejar.

Os áudios foram divulgados pelo site da revista Veja, que não explica como os obteve nem se foram periciados. A gravação teria sido feita durante uma conversa entre Cid e um interlocutor em algum momento depois de 11 de março de 2024, quando o tenente-coronel deu um depoimento para a Polícia Federal.

Não é revelado o nome do interlocutor. Os áudios, tal como apresentados pela Veja, dão a entender que Cid se sentiu pressionado a revelar como se deram reuniões e conversas no final de 2022 dentro do núcleo central do governo anterior.

Em sua delação, há relatos de oficiais militares de alta patente tendo contato com Bolsonaro para discutir a possibilidade de baixar um decreto de estado de sítio. O resultado, segundo afirma a Polícia Federal, seria impedir a posse do então presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

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