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Marmota natalense: a confusão do Morango

Marmota natalense: a confusão do Morango Faltava mais nada, não! Como diria Hélio Câmara: “tá formado o cu de burro”. Natal é mesmo uma cidade peculiar. Agora a confusão gira em torno do tal Morango do Amor. Tem cabimento? Confesso: ainda não provei o famosinho da vez. Mas dizem que é ótimo. Muitas famílias estão surfando na modinha e aproveitando pra ter um momento gostoso com as crianças na cozinha. Tem gente, inclusive, indignada por ainda não ter tido essa experiência de degustá-lo. E no meio disso tudo, apareceu quem quisesse filosofar. Vi textos por aí tratando o morango sob outra ótica — não como crítica ao doce, mas sim à pressa das pessoas em se encaixar em qualquer hype que aparece. E, cá entre nós, foi uma boa provocação. Porque às vezes o problema não é o morango… é o desespero de não ficar de fora. Eu? Ainda não tive meu momento com o danado. Mas estou de boa. Por enquanto, só observando o moído e achando graça da nossa Natal especial, carente e deliciosamente provinciana. Amo essa cidade… mas tem hora que, sinceramente… Viva o morango! Viva a o empreendedorismo! Viva a liberdade de expressão! Viva o amor! BLOG DO BAGADA

Bagadão
Por Bagadão 25 de julho de 2025
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Marmota natalense: a confusão do Morango

Marmota natalense: a confusão do Morango

Faltava mais nada, não! Como diria Hélio Câmara: “tá formado o cu de burro”. Natal é mesmo uma cidade peculiar. Agora a confusão gira em torno do tal Morango do Amor. Tem cabimento?

Confesso: ainda não provei o famosinho da vez. Mas dizem que é ótimo. Muitas famílias estão surfando na modinha e aproveitando pra ter um momento gostoso com as crianças na cozinha. Tem gente, inclusive, indignada por ainda não ter tido essa experiência de degustá-lo.

E no meio disso tudo, apareceu quem quisesse filosofar. Vi textos por aí tratando o morango sob outra ótica — não como crítica ao doce, mas sim à pressa das pessoas em se encaixar em qualquer hype que aparece. E, cá entre nós, foi uma boa provocação. Porque às vezes o problema não é o morango… é o desespero de não ficar de fora.

Eu? Ainda não tive meu momento com o danado. Mas estou de boa. Por enquanto, só observando o moído e achando graça da nossa Natal especial, carente e deliciosamente provinciana.

Amo essa cidade… mas tem hora que, sinceramente…

Viva o morango! Viva a o empreendedorismo! Viva a liberdade de expressão! Viva o amor!

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