Mais um celular aterroriza o PT e o PL no caso Master
A divulgação das mensagens do celular do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, tem agitado os bastidores dos Três Poderes da República. Mas não é apenas o aparelho do banqueiro que preocupa os políticos em Brasília. A coluna Milena Teixeira apurou que o celular de um sócio de Vorcaro também passou a gerar apreensão na classe política, especialmente entre parlamentares do Nordeste.Trata-se do aparelho telefônico de Augusto Lima, conhecido como Guga Lima, um dos principais sócios do dono do Banco Master. Nos bastidores, integrantes do PT do presidente Lula e do PL do ex-presidente Jair Bolsonaro, admitem receio com a eventual divulgação do conteúdo do aparelho.Eles avaliam que as mensagens podem comprometer e atingir aliados dos dois campos políticos. Guga Lima foi preso preventivamente na primeira fase da Operação Compliance Zero, em novembro de 2025. Depois, acabou solto e passou a responder ao processo em liberdade, submetido a medidas cautelares. O empresário mantém relação com diversos políticos. Entre eles, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, e o senador Jaques Wagner (PT-BA). Ele também é próximo do ex-ministro da Cidadania do governo Bolsonaro, João Roma, hoje uma das principais lideranças do PL noNordeste. Reprodução: Metrópoles

A divulgação das mensagens do celular do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, tem agitado os bastidores dos Três Poderes da República. Mas não é apenas o aparelho do banqueiro que preocupa os políticos em Brasília.
A coluna Milena Teixeira apurou que o celular de um sócio de Vorcaro também passou a gerar apreensão na classe política, especialmente entre parlamentares do Nordeste.
Trata-se do aparelho telefônico de Augusto Lima, conhecido como Guga Lima, um dos principais sócios do dono do Banco Master.
Nos bastidores, integrantes do PT do presidente Lula e do PL do ex-presidente Jair Bolsonaro, admitem receio com a eventual divulgação do conteúdo do aparelho.
Eles avaliam que as mensagens podem comprometer e atingir aliados dos dois campos políticos.
Guga Lima foi preso preventivamente na primeira fase da Operação Compliance Zero, em novembro de 2025. Depois, acabou solto e passou a responder ao processo em liberdade, submetido a medidas cautelares.
O empresário mantém relação com diversos políticos. Entre eles, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, e o senador Jaques Wagner (PT-BA). Ele também é próximo do ex-ministro da Cidadania do governo Bolsonaro, João Roma, hoje uma das principais lideranças do PL no
Nordeste.
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