“Maior chacina do RJ”, diz presidente dos Direitos Humanos da Câmara
Presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, o deputado Reimont (PT-RJ) classificou a operação policial realizada nesta terça-feira (28/10) no Rio de Janeiro como “a maior chacina da história do estado”. “O Rio de Janeiro inteiro s4ngra. É inaceitável que operações policiais continuem produzindo morte e medo nas comunidades. O enfrentamento ao cr1me não pode se transformar em uma política de extermínio, sobretudo contra a população pobre e negra”, afirmou o parlamentar à coluna de Paulo Cappelli. Reimont disse ainda que o governador do Rio, Cláudio Castro (PL), “falta com a verdade”. “Não pediu ajuda ao Ministério da Justiça. Não pode brincar com a vida das pessoas em vista de fazer disputas político-eleitorais.” O deputado defendeu que o Estado adote medidas de segurança baseadas em prevenção e inteligência. “Como presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, defendo que o Estado atue com inteligência, prevenção e respeito à vida. Cada operação que termina em tragédia representa um fracasso da segurança pública e um luto para toda a sociedade”, declarou. Metrópoles

Presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, o deputado Reimont (PT-RJ) classificou a operação policial realizada nesta terça-feira (28/10) no Rio de Janeiro como “a maior chacina da história do estado”.
“O Rio de Janeiro inteiro s4ngra. É inaceitável que operações policiais continuem produzindo morte e medo nas comunidades. O enfrentamento ao cr1me não pode se transformar em uma política de extermínio, sobretudo contra a população pobre e negra”, afirmou o parlamentar à coluna de Paulo Cappelli.
Reimont disse ainda que o governador do Rio, Cláudio Castro (PL), “falta com a verdade”.
“Não pediu ajuda ao Ministério da Justiça. Não pode brincar com a vida das pessoas em vista de fazer disputas político-eleitorais.”
O deputado defendeu que o Estado adote medidas de segurança baseadas em prevenção e inteligência.
“Como presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, defendo que o Estado atue com inteligência, prevenção e respeito à vida. Cada operação que termina em tragédia representa um fracasso da segurança pública e um luto para toda a sociedade”, declarou.
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