LULA DIVULGA NOTA EM APOIO AO DITADOR E ASSASSINO DO IRĂ, ALI KHAMENEI, LÍDER SUPREMO DESDE 1989
O governo Lula divulgou, neste sabado (28), uma nota oficial em que manifesta apoio e preocupação com os ataques realizados pelos Estados Unidos e por Israel contra os ditadores e assassinos do Irã. No comunicado, o Brasil condena as ações e volta a defender a negociação como “o único caminho viável para a paz”, reiterando sua posição histórica na região. A nota, no entanto, ocorre em meio a críticas por ser interpretada como um posicionamento que favorece o regime ditador iraniano — O governo do Irâ está no poder desde 1989, com aiatolá Ali Khamenei, que é um governo autoritário, responsável por repressão interna, execuções de mulheres e crianças além de graves violações de direitos humanos.O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já havia se manifestado anteriormente ao lamentar a morte do então presidente iraniano Ebrahim Raisi e do chanceler Hossein Amir Abdollahian, vítimas de um acidente de helicóptero. Raisi era alvo de sanções internacionais e ficou conhecido por denúncias de participação em repressões violentas, execuções e perseguições políticas.O Irã também é acusado por países ocidentais de apoiar e financiar grupos armados como Hamas, Hezbollah e Houthis, além de manter um programa nuclear cercado de suspeitas quanto ao desenvolvimento de armas. Desde seus primeiros mandatos, Lula defende a aproximação diplomática com Teerã, priorizando o diálogo e relações comerciais. Em 2010, o Brasil participou de negociações envolvendo o programa nuclear iraniano, buscando um acordo com o Ocidente. A atual política externa mantém essa linha, com foco em diálogo e mediação. Ainda assim, críticos apontam que essa postura pode ser vista como conivente com um regime acusado de práticas autoritárias, repressão e violência contra sua própria população. Reprodução: Blog Thalita Moema

O governo Lula divulgou, neste sabado (28), uma nota oficial em que manifesta apoio e preocupação com os ataques realizados pelos Estados Unidos e por Israel contra os ditadores e assassinos do Irã. No comunicado, o Brasil condena as ações e volta a defender a negociação como “o único caminho viável para a paz”, reiterando sua posição histórica na região.
A nota, no entanto, ocorre em meio a críticas por ser interpretada como um posicionamento que favorece o regime ditador iraniano — O governo do Irâ está no poder desde 1989, com aiatolá Ali Khamenei, que é um governo autoritário, responsável por repressão interna, execuções de mulheres e crianças além de graves violações de direitos humanos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já havia se manifestado anteriormente ao lamentar a morte do então presidente iraniano Ebrahim Raisi e do chanceler Hossein Amir Abdollahian, vítimas de um acidente de helicóptero.
Raisi era alvo de sanções internacionais e ficou conhecido por denúncias de participação em repressões violentas, execuções e perseguições políticas.
O Irã também é acusado por países ocidentais de apoiar e financiar grupos armados como Hamas, Hezbollah e Houthis, além de manter um programa nuclear cercado de suspeitas quanto ao desenvolvimento de armas.
Desde seus primeiros mandatos, Lula defende a aproximação diplomática com Teerã, priorizando o diálogo e relações comerciais. Em 2010, o Brasil participou de negociações envolvendo o programa nuclear iraniano, buscando um acordo com o Ocidente.
A atual política externa mantém essa linha, com foco em diálogo e mediação. Ainda assim, críticos apontam que essa postura pode ser vista como conivente com um regime acusado de práticas autoritárias, repressão e violência contra sua própria população.
Reprodução: Blog Thalita Moema
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