Lula critica banqueiro, mas suposto encontro secreto com Vorcaro expõe contradição
Lula critica banqueiro, mas encontro fora da agenda expõe contradição O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, em dezembro de 2024, no Palácio do Planalto. A reunião, realizada no gabinete presidencial, durou cerca de uma hora e meia e não foi registrada na agenda oficial. Dias depois, em evento público em Maceió, Lula afirmou que “falta vergonha na cara” de quem defende Vorcaro, discurso que contrasta com o encontro reservado e com as relações mantidas pelo banco com integrantes do núcleo do governo. Segundo o colunista Lauro Jardim, a reunião foi articulada pelo ex-ministro Guido Mantega. Já a colunista Andreza Matais revelou que Mantega foi contratado como consultor do Master por R$ 1 milhão mensais, recebendo ao menos R$ 16 milhões entre julho e novembro de 2025, a pedido do líder do governo no Senado, Jaques Wagner. Procurado, Mantega não comentou. Wagner negou o pedido. A assessoria do presidente também não explicou por que o encontro foi omitido da agenda oficial. Na época da reunião, os problemas do Banco Master já eram conhecidos e Mantega atuava no governo defendendo a operação de venda do banco ao BRB. O encontro reuniu ainda os ministros Rui Costa e Alexandre Silveira, além de Gabriel Galípolo, então indicado para a presidência do Banco Central. O episódio reforça críticas sobre incoerência no discurso do presidente e falta de transparência na condução de agendas sensíveis do governo.

Lula critica banqueiro, mas encontro fora da agenda expõe contradição
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, em dezembro de 2024, no Palácio do Planalto. A reunião, realizada no gabinete presidencial, durou cerca de uma hora e meia e não foi registrada na agenda oficial.
Dias depois, em evento público em Maceió, Lula afirmou que “falta vergonha na cara” de quem defende Vorcaro, discurso que contrasta com o encontro reservado e com as relações mantidas pelo banco com integrantes do núcleo do governo.
Segundo o colunista Lauro Jardim, a reunião foi articulada pelo ex-ministro Guido Mantega. Já a colunista Andreza Matais revelou que Mantega foi contratado como consultor do Master por R$ 1 milhão mensais, recebendo ao menos R$ 16 milhões entre julho e novembro de 2025, a pedido do líder do governo no Senado, Jaques Wagner.
Procurado, Mantega não comentou. Wagner negou o pedido. A assessoria do presidente também não explicou por que o encontro foi omitido da agenda oficial.
Na época da reunião, os problemas do Banco Master já eram conhecidos e Mantega atuava no governo defendendo a operação de venda do banco ao BRB. O encontro reuniu ainda os ministros Rui Costa e Alexandre Silveira, além de Gabriel Galípolo, então indicado para a presidência do Banco Central.
O episódio reforça críticas sobre incoerência no discurso do presidente e falta de transparência na condução de agendas sensíveis do governo.
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