Lula bloqueia R$ 3,8 bilhões de recursos para hospitais e livros didáticos
Desde o início do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), até o dia 1º de novembro, já foram bloqueados cerca de R$ 3,8 bilhões de verbas para o funcionamento de hospitais, o pagamento do Auxílio Gás e a compra de livros didáticos na educação básica. O valor do corte orçamentário corresponde a um levantamento da Associação Contas Abertas, com dados do Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento (Siop), que foram divulgados nesta terça-feira (7) pelo Estadão. O bloqueio dos recursos por parte do governo ocorre quando há risco de descumprir as regras fiscais durante o ano, e isso pode paralisar ou atrasar as ações do governo federal nas áreas afetadas. De acordo com os ministérios, poder haver o impacto para atividades essenciais, mas não há riscos de um “apagão” nos programas até o fim do ano. “O presidente promete não fazer em 2024 o que está fazendo em 2023″, afirmou o secretário-geral da associação Contas Abertas, Gil Castello Branco, ao Estadão. Segundo levantamento do Contas Abertas, a ação que sofreu o maior bloqueio foi a que custeia os serviços de assistência hospitalar e ambulatorial, do Ministério da Saúde, um total de R$ 296 milhões. O dinheiro é destinado para realização de consultas, exames, tratamentos e cirurgias. O corte atingiu recursos indicados por bancadas estaduais do Congresso e envolve emendas não obrigatórias. A verba é de forte interesse dos parlamentares e uma demanda de hospitais nos Estados e municípios.

Desde o início do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), até o dia 1º de novembro, já foram bloqueados cerca de R$ 3,8 bilhões de verbas para o funcionamento de hospitais, o pagamento do Auxílio Gás e a compra de livros didáticos na educação básica.
O valor do corte orçamentário corresponde a um levantamento da Associação Contas Abertas, com dados do Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento (Siop), que foram divulgados nesta terça-feira (7) pelo Estadão.
O bloqueio dos recursos por parte do governo ocorre quando há risco de descumprir as regras fiscais durante o ano, e isso pode paralisar ou atrasar as ações do governo federal nas áreas afetadas. De acordo com os ministérios, poder haver o impacto para atividades essenciais, mas não há riscos de um “apagão” nos programas até o fim do ano. “O presidente promete não fazer em 2024 o que está fazendo em 2023″, afirmou o secretário-geral da associação Contas Abertas, Gil Castello Branco, ao Estadão.
Segundo levantamento do Contas Abertas, a ação que sofreu o maior bloqueio foi a que custeia os serviços de assistência hospitalar e ambulatorial, do Ministério da Saúde, um total de R$ 296 milhões. O dinheiro é destinado para realização de consultas, exames, tratamentos e cirurgias. O corte atingiu recursos indicados por bancadas estaduais do Congresso e envolve emendas não obrigatórias. A verba é de forte interesse dos parlamentares e uma demanda de hospitais nos Estados e municípios.
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