Liga Contra o Câncer realiza o primeiro transplante de medula óssea
A Liga Contra o Câncer realizou seu primeiro transplante de medula óssea no final do mês de setembro. A paciente foi uma mulher de 56 anos que faz tratamento contra mieloma múltiplo. A mulher já havia passado por seis ciclos de quimioterapia e aguardava o transplante desde o início do ano. Segundo o médico hematologista Antônio Henrique,o procedimento foi realizado na modalidade autóloga, onde não há necessidade de doador e o próprio paciente fornece o material. “Devemos seguir nessa modalidade exclusiva, até meados do próximo ano, quando temos a perspectiva de ampliar para a realização da modalidade de transplante alogênico, que necessita de doador, seja familiar ou não aparentado”, explicou o médico Cláudio Macedo, chefe do serviço de hematologia da Liga. Atualmente, o transplante é realizado em uma unidade que foi reestruturada, com a organização de um ambulatório de avaliação pré e pós transplante, leito de internação com infraestrutura e equipe médica e de enfermagem especializada para oferecer o melhor cuidado ao paciente. Um setor exclusivo destinado para transplante de medula óssea está em fase de construção e irá funcionar no prédio onde será o Hospital de Oncopediatria da Liga, no Alecrim. Segundo o médico, a expectativa é que, nesta fase inicial, sejam realizados entre dois e três transplantes de medula por mês, com perspectivas de ampliação. “Hoje, nosso foco é atender os pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) que fazem acompanhamento na Liga, onde já temos uma demanda reprimida de pacientes com indicação para realização do transplante autólogo”, afirma Cláudio Macedo.

A Liga Contra o Câncer realizou seu primeiro transplante de medula óssea no final do mês de setembro. A paciente foi uma mulher de 56 anos que faz tratamento contra mieloma múltiplo. A mulher já havia passado por seis ciclos de quimioterapia e aguardava o transplante desde o início do ano.
Segundo o médico hematologista Antônio Henrique,o procedimento foi realizado na modalidade autóloga, onde não há necessidade de doador e o próprio paciente fornece o material.
“Devemos seguir nessa modalidade exclusiva, até meados do próximo ano, quando temos a perspectiva de ampliar para a realização da modalidade de transplante alogênico, que necessita de doador, seja familiar ou não aparentado”, explicou o médico Cláudio Macedo, chefe do serviço de hematologia da Liga.
Atualmente, o transplante é realizado em uma unidade que foi reestruturada, com a organização de um ambulatório de avaliação pré e pós transplante, leito de internação com infraestrutura e equipe médica e de enfermagem especializada para oferecer o melhor cuidado ao paciente. Um setor exclusivo destinado para transplante de medula óssea está em fase de construção e irá funcionar no prédio onde será o Hospital de Oncopediatria da Liga, no Alecrim.
Segundo o médico, a expectativa é que, nesta fase inicial, sejam realizados entre dois e três transplantes de medula por mês, com perspectivas de ampliação. “Hoje, nosso foco é atender os pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) que fazem acompanhamento na Liga, onde já temos uma demanda reprimida de pacientes com indicação para realização do transplante autólogo”, afirma Cláudio Macedo.
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