Léo Lins é absolvido, e condenação de prisão por piadas preconceituosas é suspensa
A Justiça Federal absolveu na segunda-feira (23) o humorista Léo Lins, que havia sido condenado a oito anos e três meses de prisão por propagar conteúdo discriminatório contra minorias e grupos vulneráveis em um show de comédia gravado em 2022. O recurso da defesa foi analisado por um colegiado de desembargadores, que decidiu reverter a sentença por 2 votos a 1. O único magistrado favorável à condenação se manifestou pela redução da pena. A decisão da 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região também livrou o comediante de uma multa de R$ 303,6 mil a título de indenização por danos morais coletivos. Depois do julgamento, o advogado Carlos Eduardo Ramos publicou um vídeo ao lado de Léo Lins comemorando o resultado em frente à sede da corte, na Avenida Paulista. A condenação de Léo Lins em junho passado atendeu a um pedido do Ministério Público Federal, que entrou com uma ação contra o humorista em 2023. O vídeo, que foi gravado em 2022, mostra o humorista fazendo declarações ofensivas contra negros, idosos, obesos, pessoas com HIV, homossexuais, indígenas, nordestinos, evangélicos, judeus e pessoas com deficiência. Reprodução: G1

A Justiça Federal absolveu na segunda-feira (23) o humorista Léo Lins, que havia sido condenado a oito anos e três meses de prisão por propagar conteúdo discriminatório contra minorias e grupos vulneráveis em um show de comédia gravado em 2022.
O recurso da defesa foi analisado por um colegiado de desembargadores, que decidiu reverter a sentença por 2 votos a 1. O único magistrado favorável à condenação se manifestou pela redução da pena.
A decisão da 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região também livrou o comediante de uma multa de R$ 303,6 mil a título de indenização por danos morais coletivos.
Depois do julgamento, o advogado Carlos Eduardo Ramos publicou um vídeo ao lado de Léo Lins comemorando o resultado em frente à sede da corte, na Avenida Paulista.
A condenação de Léo Lins em junho passado atendeu a um pedido do Ministério Público Federal, que entrou com uma ação contra o humorista em 2023.
O vídeo, que foi gravado em 2022, mostra o humorista fazendo declarações ofensivas contra negros, idosos, obesos, pessoas com HIV, homossexuais, indígenas, nordestinos, evangélicos, judeus e pessoas com deficiência.
Reprodução: G1
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