Justiça bate o martelo e Roberto Carlos perde para Tiririca
A Justiça bateu o martelo e a batalha entre Tiririca e Roberto Carlos terminou. No entanto, dessa vez, quem seu deu mal foi o rei. Para quem não lembra, o cantor processou o político após ele fazer uso de uma paródia da música O Portão como símbolo de sua campanha eleitoral. A coluna Fábia Oliveira teve acesso, com exclusividade, à sentença do caso, que saiu nesta segunda-feira (30/10), onde os pedidos de Roberto Carlos foram rejeitados. Isso porque o juiz entendeu que não existia, necessariamente, vínculo entre a paródia realizada, a candidatura de Tiririca e seu objetivo de conseguir votos. Logo, o argumento de que a imagem do artista teria sido utilizada para proveito do político acabou sendo descreditado. A liberdade de expressão ganhou um longo espaço na sentença, tendo em vista que Tiririca, enquanto qualquer cidadão, também goza desse direito. Carmen Lúcia, Ministra do STF, chegou a ser citada em relação a um de seus mais memoráveis votos, no qual falou que a vida é uma experiência de riscos. No voto em questão, ela chamou a atenção para a necessidade de se evitar a censura. Na época, a fala viralizou resgatando a famosa frase popular “cala boca já morreu, quem manda na minha boca sou eu”. Nesse caso caso, Roberto Carlos não conseguiu calar Tiririca, suas paródias ou seu humor, que o próprio juiz confessou ser questionável (mas revelou que não entraria nesse mérito). No fim das contas, Roberto Carlos e Tiririca estão longe de se tornarem amigos de fé, muito menos irmãos ou camaradas. Mas são, sim, companheiros de uma longa jornada: a judicial. Fábia Oliveira – Metrópoles

A Justiça bateu o martelo e a batalha entre Tiririca e Roberto Carlos terminou. No entanto, dessa vez, quem seu deu mal foi o rei. Para quem não lembra, o cantor processou o político após ele fazer uso de uma paródia da música O Portão como símbolo de sua campanha eleitoral.
A coluna Fábia Oliveira teve acesso, com exclusividade, à sentença do caso, que saiu nesta segunda-feira (30/10), onde os pedidos de Roberto Carlos foram rejeitados. Isso porque o juiz entendeu que não existia, necessariamente, vínculo entre a paródia realizada, a candidatura de Tiririca e seu objetivo de conseguir votos. Logo, o argumento de que a imagem do artista teria sido utilizada para proveito do político acabou sendo descreditado.
A liberdade de expressão ganhou um longo espaço na sentença, tendo em vista que Tiririca, enquanto qualquer cidadão, também goza desse direito. Carmen Lúcia, Ministra do STF, chegou a ser citada em relação a um de seus mais memoráveis votos, no qual falou que a vida é uma experiência de riscos. No voto em questão, ela chamou a atenção para a necessidade de se evitar a censura. Na época, a fala viralizou resgatando a famosa frase popular “cala boca já morreu, quem manda na minha boca sou eu”.
Nesse caso caso, Roberto Carlos não conseguiu calar Tiririca, suas paródias ou seu humor, que o próprio juiz confessou ser questionável (mas revelou que não entraria nesse mérito).
No fim das contas, Roberto Carlos e Tiririca estão longe de se tornarem amigos de fé, muito menos irmãos ou camaradas. Mas são, sim, companheiros de uma longa jornada: a judicial.
Fábia Oliveira – Metrópoles
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