Governo Lula mobiliza base aliada para culpar Bolsonaro por fraude bilionária no INSS
Em meio à repercussão da fraude bilionária envolvendo descontos indevidos em benefícios previdenciários, o governo Lula tem mobilizado sua base aliada no Congresso e nas redes sociais para buscar atribuir a responsabilidade ao ex-presidente Jair Bolsonaro, do PL. A estratégia inclui declarações públicas de parlamentares governistas, além de inserções na mídia alinhada ao Palácio do Planalto, sugerindo que o esquema de irregularidades teria origem em gestões anteriores. A movimentação ocorre após o Tribunal de Contas da União (TCU) apontar prejuízos que já ultrapassam os R$ 6,3 bilhões — valor que pode ser ainda maior, conforme investigações em andamento. O foco da narrativa é transferir a responsabilidade política pela suposta omissão institucional e fragilidade nos sistemas de controle do INSS durante o governo anterior. Ao mesmo tempo, o Planalto tenta conter o desgaste provocado pela inação das atuais autoridades, já que boa parte dos descontos irregulares ocorreram nos últimos meses. Críticos apontam que a atual gestão tem evitado assumir responsabilidades diretas, enquanto as vítimas, em sua maioria aposentados e pensionistas de baixa renda, seguem aguardando respostas efetivas. Investigadores trabalham com a hipótese de envolvimento de entidades sindicais e associações, em conluio com instituições financeiras, para aplicar a chamada “venda casada” de serviços e empréstimos. A pressão sobre o governo aumentou após especialistas, como o advogado previdenciário Rômulo Saraiva, indicarem que o rombo pode superar R$ 219 bilhões, caso todos os descontos indevidos sejam confirmados. Em texto veiculado na Folha de S.Paulo, ele sugeriu a possibilidade de uma fraude ainda mais extensa, considerando as ‘casadinhas’ nas vendas. Conexão Política

Em meio à repercussão da fraude bilionária envolvendo descontos indevidos em benefícios previdenciários, o governo Lula tem mobilizado sua base aliada no Congresso e nas redes sociais para buscar atribuir a responsabilidade ao ex-presidente Jair Bolsonaro, do PL.
A estratégia inclui declarações públicas de parlamentares governistas, além de inserções na mídia alinhada ao Palácio do Planalto, sugerindo que o esquema de irregularidades teria origem em gestões anteriores.
A movimentação ocorre após o Tribunal de Contas da União (TCU) apontar prejuízos que já ultrapassam os R$ 6,3 bilhões — valor que pode ser ainda maior, conforme investigações em andamento.
O foco da narrativa é transferir a responsabilidade política pela suposta omissão institucional e fragilidade nos sistemas de controle do INSS durante o governo anterior. Ao mesmo tempo, o Planalto tenta conter o desgaste provocado pela inação das atuais autoridades, já que boa parte dos descontos irregulares ocorreram nos últimos meses.
Críticos apontam que a atual gestão tem evitado assumir responsabilidades diretas, enquanto as vítimas, em sua maioria aposentados e pensionistas de baixa renda, seguem aguardando respostas efetivas. Investigadores trabalham com a hipótese de envolvimento de entidades sindicais e associações, em conluio com instituições financeiras, para aplicar a chamada “venda casada” de serviços e empréstimos.
A pressão sobre o governo aumentou após especialistas, como o advogado previdenciário Rômulo Saraiva, indicarem que o rombo pode superar R$ 219 bilhões, caso todos os descontos indevidos sejam confirmados. Em texto veiculado na Folha de S.Paulo, ele sugeriu a possibilidade de uma fraude ainda mais extensa, considerando as ‘casadinhas’ nas vendas.
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