Governo desiste de urgência sobre isenção do IR até R$ 5 mil
O governo federal decidiu retirar o pedido de tramitação em regime de urgência do projeto de lei que propõe isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5.000 mensais. A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União na segunda-feira (5) e foi articulada com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), para viabilizar a criação de uma comissão especial que analisará a proposta em detalhes.  Ao abdicar da urgência, o governo permite que o projeto seja debatido com mais profundidade antes de seguir ao plenário. O regime de urgência elimina a necessidade de passar por comissões e força a votação em até 45 dias — sob risco de travar outras pautas da Câmara caso o prazo não seja respeitado. Como o tempo limite para votação já expirou na semana passada, a medida evita o bloqueio da agenda legislativa.  Com a formação da comissão, parlamentares poderão propor alterações ao texto. Hugo Motta já havia adiantado em março, ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que “com certeza” o Congresso fará modificações na proposta original. No dia 23 de abril, o deputado reforçou que a tramitação deve ocorrer sem resistência entre os parlamentares, afirmando que todos irão “construir” o projeto “da melhor maneira possível”. Segundo ele, a escolha por uma comissão especial tem como objetivo aprofundar a discussão sobre os impactos e os detalhes da medida.  Direita Online

O governo federal decidiu retirar o pedido de tramitação em regime de urgência do projeto de lei que propõe isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5.000 mensais. A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União na segunda-feira (5) e foi articulada com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), para viabilizar a criação de uma comissão especial que analisará a proposta em detalhes. 
Ao abdicar da urgência, o governo permite que o projeto seja debatido com mais profundidade antes de seguir ao plenário. O regime de urgência elimina a necessidade de passar por comissões e força a votação em até 45 dias — sob risco de travar outras pautas da Câmara caso o prazo não seja respeitado. Como o tempo limite para votação já expirou na semana passada, a medida evita o bloqueio da agenda legislativa. 
Com a formação da comissão, parlamentares poderão propor alterações ao texto. Hugo Motta já havia adiantado em março, ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que “com certeza” o Congresso fará modificações na proposta original. No dia 23 de abril, o deputado reforçou que a tramitação deve ocorrer sem resistência entre os parlamentares, afirmando que todos irão “construir” o projeto “da melhor maneira possível”. Segundo ele, a escolha por uma comissão especial tem como objetivo aprofundar a discussão sobre os impactos e os detalhes da medida. 
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