Fux lembra ao STF: julgar é aplicar a Constituição, não fazer política
Luiz Fux foi cirúrgico. Em meio ao julgamento de Bolsonaro, lembrou o óbvio: não cabe ao STF ser palanque político, mas guardião da Constituição. Simples assim. Quem julga conveniência é o eleitor, não o juiz togado. O Supremo deveria se ater ao que é legal ou ilegal, constitucional ou inconstitucional. Nada além disso. A fala de Fux desmonta o espetáculo de perseguição que vemos contra Bolsonaro. O processo virou palco político, quando deveria ser direito. Se o tribunal respeitasse sua função, o país respiraria mais democracia e menos autoritarismo travestido de justiça . Blog Gustavo Negreiros

Luiz Fux foi cirúrgico. Em meio ao julgamento de Bolsonaro, lembrou o óbvio: não cabe ao STF ser palanque político, mas guardião da Constituição. Simples assim. Quem julga conveniência é o eleitor, não o juiz togado. O Supremo deveria se ater ao que é legal ou ilegal, constitucional ou inconstitucional. Nada além disso. A fala de Fux desmonta o espetáculo de perseguição que vemos contra Bolsonaro. O processo virou palco político, quando deveria ser direito. Se o tribunal respeitasse sua função, o país respiraria mais democracia e menos autoritarismo travestido de justiça .
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