Funcern defende gabarito de concurso da CMN: “Não houve nenhuma ilegalidade”
Através de nota emitida nesta terça-feira (20), a Fundação de Apoio à Educação e ao Desenvolvimento Tecnológico do Rio Grande do Norte (Funcern) afirmou que “não houve nenhuma ilegalidade” na organização da prova e na distribuição das alternativas corretas dentro da avaliação, cujo objetivo era destinar vagas para o cargo de Assistente Geral – Assistente Legislativo da Câmara Municipal de Natal. Organizada pela própria Funcern, a avaliação apresentou a alternativa A como a correta em 19 questões seguidas. O fato causou surpresa e descontentamento, inclusive, por parte de vereadores da Câmara de Natal. De acordo com o comunicado oficial da fundação, a prova seguiu todos os critérios estabelecidos pelo edital do certame, reforçando que “não houve fraude, conduta ilícita, vazamento de gabarito ou qualquer outro tipo de ação de má fé por parte da Funcern”. A entidade também afirmou a verdade está sendo “distorcida por alguns meios de comunicação”.

Através de nota emitida nesta terça-feira (20), a Fundação de Apoio à Educação e ao Desenvolvimento Tecnológico do Rio Grande do Norte (Funcern) afirmou que “não houve nenhuma ilegalidade” na organização da prova e na distribuição das alternativas corretas dentro da avaliação, cujo objetivo era destinar vagas para o cargo de Assistente Geral – Assistente Legislativo da Câmara Municipal de Natal.
Organizada pela própria Funcern, a avaliação apresentou a alternativa A como a correta em 19 questões seguidas. O fato causou surpresa e descontentamento, inclusive, por parte de vereadores da Câmara de Natal.
De acordo com o comunicado oficial da fundação, a prova seguiu todos os critérios estabelecidos pelo edital do certame, reforçando que “não houve fraude, conduta ilícita, vazamento de gabarito ou qualquer outro tipo de ação de má fé por parte da Funcern”. A entidade também afirmou a verdade está sendo “distorcida por alguns meios de comunicação”.
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