Flávio Dino diz que demissão de assessores que receberam “dama do tráfico” lhe desmoraliza
O ministro da Justiça, Flávio Dino, afirmou durante visita ao Ceará, que não irá demitir assessores secretários do ministério da Justiça que receberam e realizaram audiências com a mulher do líder do Comando Vermelho (CV) na sede do ministério do governo Lula. “Eu tenho o comando da minha equipe, confio na minha equipe e eu não demito secretário de modo injusto. Se eu fizesse isso, quem iria ser desmoralizado não ia ser o secretário, era eu”, afirmou Dino. O ministro afirmou também que os ataques que vem recebendo por conta do caso são um “desespero” de opositores. Durante as eleições, Dino também criticava e acusava o ex-presidente Bolsonaro de ser aliado de milicianos e recebê-los no Planalto, constantemente, em claro ataque ao governo bolsonarista na época. “Você vai fazer o quê? Vai barrar? Vai impedir? Por quê? É um prédio público. Não existe presunção de culpa, existe presunção de inocência”, justificou o ministro. Luciane foi condenada em segunda instância em outubro a 10 anos de prisão pelos crimes de associação para o tráfico, organização criminosa e lavagem de dinheiro, mas recorre da decisão em liberdade.

O ministro da Justiça, Flávio Dino, afirmou durante visita ao Ceará, que não irá demitir assessores secretários do ministério da Justiça que receberam e realizaram audiências com a mulher do líder do Comando Vermelho (CV) na sede do ministério do governo Lula.
“Eu tenho o comando da minha equipe, confio na minha equipe e eu não demito secretário de modo injusto. Se eu fizesse isso, quem iria ser desmoralizado não ia ser o secretário, era eu”, afirmou Dino.
O ministro afirmou também que os ataques que vem recebendo por conta do caso são um “desespero” de opositores. Durante as eleições, Dino também criticava e acusava o ex-presidente Bolsonaro de ser aliado de milicianos e recebê-los no Planalto, constantemente, em claro ataque ao governo bolsonarista na época.
“Você vai fazer o quê? Vai barrar? Vai impedir? Por quê? É um prédio público. Não existe presunção de culpa, existe presunção de inocência”, justificou o ministro.
Luciane foi condenada em segunda instância em outubro a 10 anos de prisão pelos crimes de associação para o tráfico, organização criminosa e lavagem de dinheiro, mas recorre da decisão em liberdade.
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