Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de petróleo do mundo, é fechado, diz imprensa iraniana
O Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de petróleo do mundo, foi fechado por motivos de segurança, informou neste sábado (28) a agência estatal iraniana Tasnim. Segundo a agência, a medida foi adotada após trocas de ataques entre Irã, Estados Unidos e Israel. “A Guarda Revolucionária alertou diversas embarcações de que, devido às condições de insegurança ao redor do estreito resultantes da agressão militar dos Estados Unidos e de Israel e das respostas do Irã, a passagem pelo estreito é atualmente insegura”, afirmou a Tasnim, citando a Guarda. A Administração Marítima dos Estados Unidos orientou navios comerciais a evitar a região do Golfo Pérsico, incluindo o Estreito de Ormuz. Já a agência britânica UK Maritime Trade Operations informou que recebeu múltiplos relatos de embarcações que operam no Golfo e que disseram ter recebido mensagens sobre o fechamento do estreito. A região, controlada pelo Irã, é responsável pelo fluxo de cerca de 20% de todo o petróleo comercializado globalmente. Além disso, é crucial para o transporte de gás natural liquefeito (GNL), também com cerca de um quinto do comércio mundial. O fechamento da rota pode afetar a oferta da commodity no mercado global e fazer o preço do barril disparar. Há ainda impacto na inflação: com o petróleo mais caro, sobem os preços de energia e transporte, com reflexos nos custos de alimentos e insumos industriais. O Estreito de Ormuz chegou a ser parcialmente fechado em 17 de fevereiro para a realização de exercícios militares iranianos. Reprodução: G1

O Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de petróleo do mundo, foi fechado por motivos de segurança, informou neste sábado (28) a agência estatal iraniana Tasnim. Segundo a agência, a medida foi adotada após trocas de ataques entre Irã, Estados Unidos e Israel.
“A Guarda Revolucionária alertou diversas embarcações de que, devido às condições de insegurança ao redor do estreito resultantes da agressão militar dos Estados Unidos e de Israel e das respostas do Irã, a passagem pelo estreito é atualmente insegura”, afirmou a Tasnim, citando a Guarda.
A Administração Marítima dos Estados Unidos orientou navios comerciais a evitar a região do Golfo Pérsico, incluindo o Estreito de Ormuz.
Já a agência britânica UK Maritime Trade Operations informou que recebeu múltiplos relatos de embarcações que operam no Golfo e que disseram ter recebido mensagens sobre o fechamento do estreito.
A região, controlada pelo Irã, é responsável pelo fluxo de cerca de 20% de todo o petróleo comercializado globalmente. Além disso, é crucial para o transporte de gás natural liquefeito (GNL), também com cerca de um quinto do comércio mundial.
O fechamento da rota pode afetar a oferta da commodity no mercado global e fazer o preço do barril disparar. Há ainda impacto na inflação: com o petróleo mais caro, sobem os preços de energia e transporte, com reflexos nos custos de alimentos e insumos industriais.
O Estreito de Ormuz chegou a ser parcialmente fechado em 17 de fevereiro para a realização de exercícios militares iranianos.
Reprodução: G1
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