ESQUERDA VAI ÀS RUAS POR “JUSTIÇA”, MAS VOTA CONTRA ENDURECIMENTO DAS PENAS PARA FEMINICÍDIO
ESQUERDA VAI ÀS RUAS POR “JUSTIÇA”, MAS VOTA CONTRA ENDURECIMENTO DAS PENAS PARA FEMINICÍDIO Manifestações lideradas por PT e PSOL tomaram as ruas de pelo menos 21 capitais brasileiras neste domingo (7) em atos contra o feminicídio. Os grupos pediam “justiça” e “punição rigorosa”, enquanto nomes como Janja Lula da Silva, Erika Hilton, Guilherme Boulos e Eduardo Suplicy discursaram emocionados na Avenida Paulista. Faixas exigiam leis mais duras, e cartazes traziam números de vítimas assassinadas em 2025. Ministras petistas, como Anielle Franco e Gleisi Hoffmann, também participaram dos atos ao lado de bandeiras da CUT. A mobilização foi amplamente transmitida por portais progressistas como exemplo de “luta feminista”. Mas cinco meses antes, em 2 de julho, boa parte dos parlamentares presentes nesses atos votou contra o projeto que endurecia penas para crimes hediondos — incluindo o feminicídio. PT e PSOL foram os únicos partidos a rejeitar a regra que obriga condenados por feminicídio a cumprirem pelo menos 80% da pena em regime fechado e que proíbe o livramento condicional. Entre os que chamaram a proposta de “punitivista” e “ineficaz” estavam Erika Hilton, Guilherme Boulos, Tarcísio Motta e Lindbergh Farias. A contradição ficou evidente: nas ruas, pedido por “cadeia imediata e rigorosa”; no plenário, voto contrário ao endurecimento das punições. O protesto, que pretendia simbolizar a defesa das mulheres, acabou levantando questionamentos sobre coerência política e expôs um cenário de discursos opostos na prática legislativa. 📸 Estadão Conteúdo / Divulgação BLOG DO BAGADA

ESQUERDA VAI ÀS RUAS POR “JUSTIÇA”, MAS VOTA CONTRA ENDURECIMENTO DAS PENAS PARA FEMINICÍDIO
Manifestações lideradas por PT e PSOL tomaram as ruas de pelo menos 21 capitais brasileiras neste domingo (7) em atos contra o feminicídio. Os grupos pediam “justiça” e “punição rigorosa”, enquanto nomes como Janja Lula da Silva, Erika Hilton, Guilherme Boulos e Eduardo Suplicy discursaram emocionados na Avenida Paulista. Faixas exigiam leis mais duras, e cartazes traziam números de vítimas assassinadas em 2025. Ministras petistas, como Anielle Franco e Gleisi Hoffmann, também participaram dos atos ao lado de bandeiras da CUT.
A mobilização foi amplamente transmitida por portais progressistas como exemplo de “luta feminista”.
Mas cinco meses antes, em 2 de julho, boa parte dos parlamentares presentes nesses atos votou contra o projeto que endurecia penas para crimes hediondos — incluindo o feminicídio. PT e PSOL foram os únicos partidos a rejeitar a regra que obriga condenados por feminicídio a cumprirem pelo menos 80% da pena em regime fechado e que proíbe o livramento condicional. Entre os que chamaram a proposta de “punitivista” e “ineficaz” estavam Erika Hilton, Guilherme Boulos, Tarcísio Motta e Lindbergh Farias.
A contradição ficou evidente: nas ruas, pedido por “cadeia imediata e rigorosa”; no plenário, voto contrário ao endurecimento das punições.
O protesto, que pretendia simbolizar a defesa das mulheres, acabou levantando questionamentos sobre coerência política e expôs um cenário de discursos opostos na prática legislativa.
📸 Estadão Conteúdo / Divulgação
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