Empresa de trio da Americanas vendeu quase R$ 1,4 bilhão em imóveis
A São Carlos Empreendimentos, empresa do ramo imobiliário do trio do 3G, formado por Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles, também acionistas de referência da Americanas, arrecadou R$ 1,372 bilhão com a venda de imóveis que faziam parte do portfólio da companhia, apenas em 2023. Desse total, R$ 507 milhões foram obtidos com comercializações realizadas entre janeiro e o início desta semana. Na terça-feira (19/9), a empresa anunciou, numa só tacada, a venda de mais quatro prédios localizados em São Paulo e no Rio de Janeiro, por R$ 865 milhões. Essa grande leva de vendas faz parte de uma estratégia que a São Carlos batizou de “reciclagem seletiva de portfólio”, cujo objetivo é dar um tranco nos resultados da empresa. Na avaliação de William Gomes, analista de ações do TC, plataforma de consultoria de investimentos, o grande problema a ser combatido pela companhia é o endividamento – ou a alavancagem, no jargão. Gomes observa que as dívidas correspondem a 26% do valor do portfólio total da empresa. Com o saldão de imóveis, ela quer chegar à marca de 12%. No primeiro trimestre deste ano, a São Carlos também registrou prejuízo de R$ 34,9 milhões. Com a comercialização dos edifícios, virou o resultado para um lucro contábil de R$ 15,1 milhões. No segundo semestre, o prejuízo diminuiu. Alcançou R$ 24 milhões e, com as vendas, a conta fechou no azul, em R$ 47,8 milhões. Metrópoles

A São Carlos Empreendimentos, empresa do ramo imobiliário do trio do 3G, formado por Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles, também acionistas de referência da Americanas, arrecadou R$ 1,372 bilhão com a venda de imóveis que faziam parte do portfólio da companhia, apenas em 2023.
Desse total, R$ 507 milhões foram obtidos com comercializações realizadas entre janeiro e o início desta semana. Na terça-feira (19/9), a empresa anunciou, numa só tacada, a venda de mais quatro prédios localizados em São Paulo e no Rio de Janeiro, por R$ 865 milhões.
Essa grande leva de vendas faz parte de uma estratégia que a São Carlos batizou de “reciclagem seletiva de portfólio”, cujo objetivo é dar um tranco nos resultados da empresa. Na avaliação de William Gomes, analista de ações do TC, plataforma de consultoria de investimentos, o grande problema a ser combatido pela companhia é o endividamento – ou a alavancagem, no jargão.
Gomes observa que as dívidas correspondem a 26% do valor do portfólio total da empresa. Com o saldão de imóveis, ela quer chegar à marca de 12%. No primeiro trimestre deste ano, a São Carlos também registrou prejuízo de R$ 34,9 milhões. Com a comercialização dos edifícios, virou o resultado para um lucro contábil de R$ 15,1 milhões. No segundo semestre, o prejuízo diminuiu. Alcançou R$ 24 milhões e, com as vendas, a conta fechou no azul, em R$ 47,8 milhões.
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