Delegado descobriu fraude em concursos, mas em vez de prender, entrou no esquema e envolveu até esposa
Novos desdobramentos da Operação Concorrência Simulada revelam que a Polícia Federal investiga um esquema de fraudes em concursos públicos em vários estados, com menções de que o delegado‑geral da Polícia Civil de Alagoas, Gustavo Xavier do Nascimento, teria passado de investigador a participante do grupo criminoso, conforme relata um delator em acordo de colaboração premiada. Segundo o delator, o delegado teria inicialmente conduzido apurações sobre o grupo e, após suposta coação, deixado de agir contra os líderes do esquema e até se beneficiado das irregularidades, com suposto favorecimento a pessoas próximas, incluindo sua esposa em concursos públicos. A investigação da PF já cumpriu mandados de prisão e busca em Alagoas, Paraíba e Pernambuco, envolvendo professores, intermediários e outras pessoas ligadas ao esquema que utilizava diversos métodos para garantir aprovações fraudulentas, como “candidatos fantasmas” e dispositivos eletrônicos para repassar respostas em provas. A Polícia Civil de Alagoas ainda não se manifestou publicamente sobre as alegações, que fazem parte de um conjunto mais amplo de apurações sobre fraudes em certames públicos em diversos estados. Reprodução: BNews

Novos desdobramentos da Operação Concorrência Simulada revelam que a Polícia Federal investiga um esquema de fraudes em concursos públicos em vários estados, com menções de que o delegado‑geral da Polícia Civil de Alagoas, Gustavo Xavier do Nascimento, teria passado de investigador a participante do grupo criminoso, conforme relata um delator em acordo de colaboração premiada.
Segundo o delator, o delegado teria inicialmente conduzido apurações sobre o grupo e, após suposta coação, deixado de agir contra os líderes do esquema e até se beneficiado das irregularidades, com suposto favorecimento a pessoas próximas, incluindo sua esposa em concursos públicos.
A investigação da PF já cumpriu mandados de prisão e busca em Alagoas, Paraíba e Pernambuco, envolvendo professores, intermediários e outras pessoas ligadas ao esquema que utilizava diversos métodos para garantir aprovações fraudulentas, como “candidatos fantasmas” e dispositivos eletrônicos para repassar respostas em provas.
A Polícia Civil de Alagoas ainda não se manifestou publicamente sobre as alegações, que fazem parte de um conjunto mais amplo de apurações sobre fraudes em certames públicos em diversos estados.
Reprodução: BNews
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