Correios perderam R$ 2,2 bilhões em receita com ‘Taxa da Blusinha’
O presidente dos Correios, Fabiano Silva dos Santos, afirmou nesta sexta-feira (31) que a cobrança federal de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50 (aproximadamente R$ 292 na cotação atual) impactou as finanças da empresa em R$ 2,2 bilhões. A estatal encerrou 2024 com um prejuízo total de R$ 3,2 bilhões, o maior já registrado em sua história. O valor supera o deficit de R$ 2,1 bilhões registrado em 2015, durante o governo de Dilma Rousseff (PT). Segundo informações divulgadas pela empresa em dezembro, a taxação sobre importações foi um dos fatores que contribuíram para a queda na arrecadação. “A receita projetada para 2024 foi reduzida de R$ 22,7 bilhões para R$ 20,1 bilhões, o que representa um crescimento de 1,5% em relação a 2023. As medidas administrativas adotadas reduziram a projeção de despesa de R$ 22,5 bilhões para R$ 21,9 bilhões, representando uma redução de 1,8% (R$ 600 milhões) em relação a 2023”, informou a estatal. Os Correios lideram o deficit primário das estatais federais, cujo saldo negativo chegou a R$ 4,04 bilhões em 2024. Esse resultado inclui apenas empresas que fazem parte da meta fiscal, sem considerar bancos públicos e empresas do grupo Petrobras. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (30) pelo Ministério da Gestão e Inovação. Apesar da divulgação dos números, o governo federal ressaltou que o “resultado primário não é uma medida adequada de saúde financeira” de uma empresa, pois não leva em consideração “recursos que as empresas já traziam em seus caixas de períodos anteriores nem eventuais receitas de financiamentos”. Poder 360

O presidente dos Correios, Fabiano Silva dos Santos, afirmou nesta sexta-feira (31) que a cobrança federal de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50 (aproximadamente R$ 292 na cotação atual) impactou as finanças da empresa em R$ 2,2 bilhões.
A estatal encerrou 2024 com um prejuízo total de R$ 3,2 bilhões, o maior já registrado em sua história. O valor supera o deficit de R$ 2,1 bilhões registrado em 2015, durante o governo de Dilma Rousseff (PT).
Segundo informações divulgadas pela empresa em dezembro, a taxação sobre importações foi um dos fatores que contribuíram para a queda na arrecadação.
“A receita projetada para 2024 foi reduzida de R$ 22,7 bilhões para R$ 20,1 bilhões, o que representa um crescimento de 1,5% em relação a 2023. As medidas administrativas adotadas reduziram a projeção de despesa de R$ 22,5 bilhões para R$ 21,9 bilhões, representando uma redução de 1,8% (R$ 600 milhões) em relação a 2023”, informou a estatal.
Os Correios lideram o deficit primário das estatais federais, cujo saldo negativo chegou a R$ 4,04 bilhões em 2024. Esse resultado inclui apenas empresas que fazem parte da meta fiscal, sem considerar bancos públicos e empresas do grupo Petrobras. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (30) pelo Ministério da Gestão e Inovação.
Apesar da divulgação dos números, o governo federal ressaltou que o “resultado primário não é uma medida adequada de saúde financeira” de uma empresa, pois não leva em consideração “recursos que as empresas já traziam em seus caixas de períodos anteriores nem eventuais receitas de financiamentos”.
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