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Coordenadora do MBL é agredida em ato público de Lula no interior de SP

A coordenadora nacional do MBL, Amanda Vettorazzo, registrou um boletim de ocorrência por agressão durante um evento oficial com a presença de Lula na tarde desta sexta-feira (5 de julho). O incidente ocorreu na inauguração parcial de um campus da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) em Osasco, na região metropolitana da capital paulista. Vídeos mostram que a agressão aconteceu após integrantes do MBL gritarem “Lula ladrão”. O grupo levou chutes e precisou sair do local sob escolta. “Lula vem até Osasco inaugurar uma obra inacabada na semana do feriado de 9 de julho e diz em evento que os paulistas saíram derrotados em 32”, disse Amanda, em referência à Revolução Constitucionalista, quando o estado de São Paulo se rebelou contra a ditadura de Getúlio Vargas. “Um desrespeito que eu não aceito. Tenho todo direito de me manifestar contrária a este desgoverno ou questionar o homem público que está na cadeira mais importante do país”, acrescentou Amanda. Após deixar o local, ela compareceu a uma delegacia de polícia para registrar boletim de ocorrência. Clique AQUI para ver cenas da confusão e veja abaixo o relato de Amanda sobre o caso. Direita Online

Bagadão
Por Bagadão 6 de julho de 2024
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Coordenadora do MBL é agredida em ato público de Lula no interior de SP

A coordenadora nacional do MBL, Amanda Vettorazzo, registrou um boletim de ocorrência por agressão durante um evento oficial com a presença de Lula na tarde desta sexta-feira (5 de julho).

O incidente ocorreu na inauguração parcial de um campus da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) em Osasco, na região metropolitana da capital paulista.

Vídeos mostram que a agressão aconteceu após integrantes do MBL gritarem “Lula ladrão”. O grupo levou chutes e precisou sair do local sob escolta. “Lula vem até Osasco inaugurar uma obra inacabada na semana do feriado de 9 de julho e diz em evento que os paulistas saíram derrotados em 32”, disse Amanda, em referência à Revolução Constitucionalista, quando o estado de São Paulo se rebelou contra a ditadura de Getúlio Vargas.

“Um desrespeito que eu não aceito. Tenho todo direito de me manifestar contrária a este desgoverno ou questionar o homem público que está na cadeira mais importante do país”, acrescentou Amanda. Após deixar o local, ela compareceu a uma delegacia de polícia para registrar boletim de ocorrência. Clique AQUI para ver cenas da confusão e veja abaixo o relato de Amanda sobre o caso.

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