Conselho de Medicina determina abertura de sindicância sobre caso Bolsonaro
O Conselho Federal de Medicina (CFM) abriu uma sindicância para apurar a demora no atendimento médico ao ex-presidente Jair Bolsonaro, após ele cair dentro da prisão da Polícia Federal, onde está custodiado. Por meio de nota, o Conselho informou que abriu uma sindicância para apurar o caso. Na terça-feira (6), Bolsonaro caiu e bateu a cabeça, sofrendo um traumatismo craniano leve. O pedido para atendimento médico em um hospital, no entanto, foi negado pelo ministro Alexandre de Moraes, que solicitou uma avaliação para, só então, autorizar que o ex-presidente fosse encaminhado para o hospital. Diante disso, o CFM destacou que recebeu denuncias formais que expressão “inquietação quanto à garantia de assistência médica adequada ao paciente”. “Além disso, declarações públicas de relatos sobre intercorrências clínicas causam extrema preocupação à sociedade brasileira”, afirmou. Na nota, o Conselho Federal de Medicina ressalta que a iniciativa de abrir a sindicância tem caráter técnico e institucional, com o objetivo de verificar se os protocolos médicos adequados estão sendo observados, respeitando as normas éticas que regem o exercício da medicina no país. O CFM também destacou que a autonomia do médico assistente é soberana na definição da conduta terapêutica adotada, não podendo haver interferência externa. Segundo a autarquia, os atos médicos possuem presunção de veracidade e contam com respaldo ético e legal, devendo ser respeitados dentro dos parâmetros profissionais. A sindicância ficará sob responsabilidade do CRM do Distrito Federal, que deverá conduzir os procedimentos previstos em lei para esclarecer as circunstâncias relacionadas às denúncias.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) abriu uma sindicância para apurar a demora no atendimento médico ao ex-presidente Jair Bolsonaro, após ele cair dentro da prisão da Polícia Federal, onde está custodiado. Por meio de nota, o Conselho informou que abriu uma sindicância para apurar o caso.
Na terça-feira (6), Bolsonaro caiu e bateu a cabeça, sofrendo um traumatismo craniano leve. O pedido para atendimento médico em um hospital, no entanto, foi negado pelo ministro Alexandre de Moraes, que solicitou uma avaliação para, só então, autorizar que o ex-presidente fosse encaminhado para o hospital.
Diante disso, o CFM destacou que recebeu denuncias formais que expressão “inquietação quanto à garantia de assistência médica adequada ao paciente”. “Além disso, declarações públicas de relatos sobre intercorrências clínicas causam extrema preocupação à sociedade brasileira”, afirmou.
Na nota, o Conselho Federal de Medicina ressalta que a iniciativa de abrir a sindicância tem caráter técnico e institucional, com o objetivo de verificar se os protocolos médicos adequados estão sendo observados, respeitando as normas éticas que regem o exercício da medicina no país. O CFM também destacou que a autonomia do médico assistente é soberana na definição da conduta terapêutica adotada, não podendo haver interferência externa.
Segundo a autarquia, os atos médicos possuem presunção de veracidade e contam com respaldo ético e legal, devendo ser respeitados dentro dos parâmetros profissionais. A sindicância ficará sob responsabilidade do CRM do Distrito Federal, que deverá conduzir os procedimentos previstos em lei para esclarecer as circunstâncias relacionadas às denúncias.
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