Comer muita proteína prejudica o rim? Estudo analisa os efeitos
Um #estudo internacional, feito por pesquisadores de universidades da Alemanha e Reino Unido, aponta que a #dieta com alto teor de #proteína não causa doença renal. Os resultados foram publicados na Revista Europeia de Nutrição, em maio. Os cientistas iniciaram com o conceito de que mudanças no consumo de proteína dietética atingem metabolicamente as funções renais. E que paralelamente não há entendimento sobre as consequências opostas da ingestão prolongada de proteínas (HPI) para a saúde renal. O intuito foi de resumir e avaliar as evidências viáveis para uma relação entre a HPI e doenças renais e para isso houve uma revisão abrangente de estudos sistemáticos. O método desse experimento consistiu em um exame minucioso de materiais publicados até dezembro de 2022 e sem meta-análises de ensaios clínicos randomizados ou de estudos de corte. O resultado apontou que a certeza geral dessa evidência foi denominada como “possível” ao risco de cálculos não estar relacionado com HPI e que a albuminúria não é elevada por meio do HPI. Além disso, há a conclusão de que nenhum dos resultados detectaram evidências de que o HPI ocasiona cálculos ou doenças renais. Coincidentemente, há a diferença do “alerta” para possíveis recomendações, que exigem os dados de longo prazo. Metrópoles

Um #estudo internacional, feito por pesquisadores de universidades da Alemanha e Reino Unido, aponta que a #dieta com alto teor de #proteína não causa doença renal. Os resultados foram publicados na Revista Europeia de Nutrição, em maio.
Os cientistas iniciaram com o conceito de que mudanças no consumo de proteína dietética atingem metabolicamente as funções renais. E que paralelamente não há entendimento sobre as consequências opostas da ingestão prolongada de proteínas (HPI) para a saúde renal.
O intuito foi de resumir e avaliar as evidências viáveis para uma relação entre a HPI e doenças renais e para isso houve uma revisão abrangente de estudos sistemáticos. O método desse experimento consistiu em um exame minucioso de materiais publicados até dezembro de 2022 e sem meta-análises de ensaios clínicos randomizados ou de estudos de corte.
O resultado apontou que a certeza geral dessa evidência foi denominada como “possível” ao risco de cálculos não estar relacionado com HPI e que a albuminúria não é elevada por meio do HPI.
Além disso, há a conclusão de que nenhum dos resultados detectaram evidências de que o HPI ocasiona cálculos ou doenças renais. Coincidentemente, há a diferença do “alerta” para possíveis recomendações, que exigem os dados de longo prazo.
Metrópoles
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