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Combinação perigosa: bebida alcoólica e remédios para emagrecer

Álcool e remédios para emagrecer: combinação perigosa O uso de medicamentos para controle de peso tem crescido no Brasil, mas um hábito comum pode colocar tudo a perder — e ainda trazer riscos à saúde: o consumo de álcool durante o tratamento. De acordo com o médico Dráuzio Varella, a mistura não é recomendada e pode provocar efeitos imprevisíveis no organismo. Medicamentos como semaglutida e tirzepatida retardam o esvaziamento do estômago. Na prática, isso faz com que o álcool demore mais a ser absorvido. O problema é que a pessoa pode beber sem sentir os efeitos imediatamente e, de repente, sofrer um pico de álcool no sangue. Entre os sintomas mais comuns estão náuseas, vômitos, refluxo e mal-estar. Mas os riscos vão além. Há possibilidade de complicações mais graves, como hipoglicemia (queda de açúcar no sangue), desidratação, lesão renal, pancreatite e até problemas na vesícula. Outro ponto de atenção é que esses medicamentos reduzem o apetite. Ou seja, muita gente acaba bebendo com o estômago vazio, o que potencializa ainda mais os efeitos do álcool e aumenta o risco de passar mal. Não existe dose segura para essa combinação. A recomendação é clara: quem está em tratamento para emagrecimento deve evitar bebidas alcoólicas. Misturar pode até parecer inofensivo no começo. Mas o efeito pode vir depois — e cobrar caro. BLOG DO BAGADA

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Por Bagadão 6 de abril de 2026
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Combinação perigosa: bebida alcoólica e remédios para emagrecer

Álcool e remédios para emagrecer: combinação perigosa

O uso de medicamentos para controle de peso tem crescido no Brasil, mas um hábito comum pode colocar tudo a perder — e ainda trazer riscos à saúde: o consumo de álcool durante o tratamento.

De acordo com o médico Dráuzio Varella, a mistura não é recomendada e pode provocar efeitos imprevisíveis no organismo.

Medicamentos como semaglutida e tirzepatida retardam o esvaziamento do estômago. Na prática, isso faz com que o álcool demore mais a ser absorvido. O problema é que a pessoa pode beber sem sentir os efeitos imediatamente e, de repente, sofrer um pico de álcool no sangue.

Entre os sintomas mais comuns estão náuseas, vômitos, refluxo e mal-estar. Mas os riscos vão além.

Há possibilidade de complicações mais graves, como hipoglicemia (queda de açúcar no sangue), desidratação, lesão renal, pancreatite e até problemas na vesícula.

Outro ponto de atenção é que esses medicamentos reduzem o apetite. Ou seja, muita gente acaba bebendo com o estômago vazio, o que potencializa ainda mais os efeitos do álcool e aumenta o risco de passar mal.

Não existe dose segura para essa combinação. A recomendação é clara: quem está em tratamento para emagrecimento deve evitar bebidas alcoólicas.

Misturar pode até parecer inofensivo no começo. Mas o efeito pode vir depois — e cobrar caro.

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