Cinco dos ‘penduricalhos’ mais inacreditáveis do funcionalismo brasileiro
O Supremo Tribunal Federal (STF) começou a analisar medidas que suspendem benefícios extras pagos a uma elite do funcionalismo público e que permitem salários acima do teto constitucional, hoje em R$ 46.366,19. As chamadas verbas indenizatórias — que deveriam reembolsar despesas de trabalho — passaram a ser usadas como brecha para turbinar contracheques, muitas vezes sem incidência de imposto de renda. Entre os exemplos estão licença compensatória convertida em dinheiro, venda de férias, auxílios que chegam a milhares de reais por mês e pagamentos retroativos. Se confirmadas, as decisões podem levar o Congresso a definir regras mais rígidas sobre o que pode ou não ultrapassar o teto do serviço público. Reprodução: BBC Brasil

O Supremo Tribunal Federal (STF) começou a analisar medidas que suspendem benefícios extras pagos a uma elite do funcionalismo público e que permitem salários acima do teto constitucional, hoje em R$ 46.366,19.
As chamadas verbas indenizatórias — que deveriam reembolsar despesas de trabalho — passaram a ser usadas como brecha para turbinar contracheques, muitas vezes sem incidência de imposto de renda.
Entre os exemplos estão licença compensatória convertida em dinheiro, venda de férias, auxílios que chegam a milhares de reais por mês e pagamentos retroativos.
Se confirmadas, as decisões podem levar o Congresso a definir regras mais rígidas sobre o que pode ou não ultrapassar o teto do serviço público.
Reprodução: BBC Brasil
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