Chega ao fim a Era Lira-Pacheco: de 0 a 10, que nota você dá para Arthur Lira e Rodrigo Pacheco?
A provável eleição de Hugo Motta (Republicanos-PB) para a presidência da Câmara dos Deputados e de Davi Alcolumbre (União-AP) para o comando do Senado marcará o fim das gestões de Arthur Lira (PP-AL) e Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que lideraram as Casas nos últimos quatro anos. Lira deixa a presidência da Câmara após um mandato de forte influência política, sobretudo na distribuição de emendas parlamentares. Durante sua gestão, deputados conquistaram mais autonomia para indicar recursos do Orçamento, chegando a um valor recorde de R$ 54 bilhões em 2024. Conhecido por sua postura dura com adversários e lealdade aos aliados, Lira manteve poder sobre a pauta legislativa, viabilizando tanto projetos do governo quanto de setores conservadores da oposição. Entre suas principais entregas estão o arcabouço fiscal e a reforma tributária, além da limitação de decisões monocráticas do STF e o endurecimento de regras sobre aborto. Sem o comando da Câmara, Lira deve seguir influente na Frente Parlamentar da Agropecuária e na bancada do PP. Apesar das especulações sobre um possível ministério no governo Lula, aliados dizem que ele descarta essa possibilidade no momento. No Senado, Rodrigo Pacheco encerra sua gestão sob críticas de diferentes grupos políticos, mas com reconhecimento por sua lealdade ao governo Lula e ao Supremo Tribunal Federal. Seu sucessor, apontado ser Davi Alcolumbre, já ocupou a presidência da Casa entre 2019 e 2021 e deve manter alinhamento com o Palácio do Planalto. Conexão Política

A provável eleição de Hugo Motta (Republicanos-PB) para a presidência da Câmara dos Deputados e de Davi Alcolumbre (União-AP) para o comando do Senado marcará o fim das gestões de Arthur Lira (PP-AL) e Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que lideraram as Casas nos últimos quatro anos.
Lira deixa a presidência da Câmara após um mandato de forte influência política, sobretudo na distribuição de emendas parlamentares. Durante sua gestão, deputados conquistaram mais autonomia para indicar recursos do Orçamento, chegando a um valor recorde de R$ 54 bilhões em 2024.
Conhecido por sua postura dura com adversários e lealdade aos aliados, Lira manteve poder sobre a pauta legislativa, viabilizando tanto projetos do governo quanto de setores conservadores da oposição. Entre suas principais entregas estão o arcabouço fiscal e a reforma tributária, além da limitação de decisões monocráticas do STF e o endurecimento de regras sobre aborto.
Sem o comando da Câmara, Lira deve seguir influente na Frente Parlamentar da Agropecuária e na bancada do PP. Apesar das especulações sobre um possível ministério no governo Lula, aliados dizem que ele descarta essa possibilidade no momento.
No Senado, Rodrigo Pacheco encerra sua gestão sob críticas de diferentes grupos políticos, mas com reconhecimento por sua lealdade ao governo Lula e ao Supremo Tribunal Federal. Seu sucessor, apontado ser Davi Alcolumbre, já ocupou a presidência da Casa entre 2019 e 2021 e deve manter alinhamento com o Palácio do Planalto.
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