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Candidato com nanismo reprovado em teste fisico para delegado relata discriminação

Formado em Direito, o goiano Matheus Menezes, de 25 anos, relatou ter sido vítima de discriminação durante o Teste de Aptidão Física (TAF) do concurso para delegado da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG). O candidato tem nanismo e afirma que foi eliminado após não conseguir cumprir o índice mínimo exigido na prova de impulsão horizontal, sem que houvesse adaptação do teste para sua condição. Segundo relato publicado nas redes sociais, Matheus foi aprovado em todas as etapas teóricas do concurso: primeira fase objetiva, prova discursiva e, posteriormente, prova oral, realizada em outubro de 2025. Ele conta que iniciou a faculdade de Direito em2019 motivado pelo sonho de se tornar delegado. “Tenho nanismo, então até hoje quando eu conto para as pessoas que algum dia eu serei Delegado de Polícia elas começam a rir da minha cara e a debochar daquilo, afinal, muitos falam que ‘eu não tenho tamanho e nem competência para isso’. Só que eu sou uma pessoa de muita fé e de superar desafios. Ser Delegado sempre foi meu sonho e eu acredito que se Deus coloca um sonho em nossa mente é porque ele sabe que é possível.”     Reprodução: Direito News

Bagadão
Por Bagadão 7 de março de 2026
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Candidato com nanismo reprovado em teste fisico para delegado relata discriminação

Formado em Direito, o goiano Matheus Menezes, de 25 anos, relatou ter sido vítima de discriminação durante o Teste de Aptidão Física (TAF) do concurso para delegado da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG). O candidato tem nanismo e afirma que foi eliminado após não conseguir cumprir o índice mínimo exigido na prova de impulsão horizontal, sem que houvesse adaptação do teste para sua condição.

Segundo relato publicado nas redes sociais, Matheus foi aprovado em todas as etapas teóricas do concurso: primeira fase objetiva, prova discursiva e, posteriormente, prova oral, realizada em outubro de 2025. Ele conta que iniciou a faculdade de Direito em
2019 motivado pelo sonho de se tornar delegado.

“Tenho nanismo, então até hoje quando eu conto para as pessoas que algum dia eu serei Delegado de Polícia elas começam a rir da minha cara e a debochar daquilo, afinal, muitos falam que ‘eu não tenho tamanho e nem competência para isso’. Só que eu sou uma pessoa de muita fé e de superar desafios. Ser Delegado sempre foi meu sonho e eu acredito que se Deus coloca um sonho em nossa mente é porque ele sabe que é possível.”

 

 

Reprodução: Direito News

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