Bem feito! Enfermeira que chamou professora com síndrome de Down de “anencefála” é denunciada por injúria
Não, definitivamente a internet não é terra de ninguém, onde se pode agredir pessoas sem sofrer as devidas consequências previstas na legislação brasileira.. Um bom exemplo é o da professora Débora Araújo Seabra de Moura (foto), que foi agredida pela enfermeira MOABY FERREIRA DA SILVA em 01 de janeiro de 2023, em sua rede social Instagram, com injúria, ofensa flagrante a sua dignidade em razão da condição de pessoa com deficiência, dirigindo-se a ela como “professora anencéfala” . Moaby foi além e quando questionada por outros integrantes da mesma rede social, agredindo mais a professora Débora, afirmando que ela seria uma pessoa inidônea e desonesta em razão de uma suposta opção política, ao afirmar: “quem apoia ladrão, ladrão é!!”, utilizando ainda a expressão “Lixooooo” seguida do Emoji “cara de palhaço”. Mesmo sendo de outro estado, o Mato Grosso, a agressora foi facilmente identificada. Tudo documentado por prints e identificada a autoria, a consequência necessária no mundo real. Esta semana, o primeiro resultado efetivo; a juíza de Direito Tatiana Socoloski, da 4ª Vara Criminal da Comarca de Natal/RN, acolheu a denúncia formulada pelo Ministério Público Estadual contra a enfermeira. CRIME COM CASTIGO Em razão de agressão, a acusada responderá pelo crime de INJÚRIA, podendo ser condenada a até 9 anos de reclusão e multa, além de indenização à vítima. O advogado Marcos Braga foi constituído pela família da professora Débora para funcionar como assistente de acusação do Ministério Público do Rio Grande do Norte no caso. Fonte: JornalismoTL Comentário do Bagada: reação acertada e pedagógica da família e dos advogados. A enfermeira certamente não esperava essa lapada. Aliás, o Blog do Bagada já apurou que terá também uma ação cível e representação no Conselho Regional de Enfermagem. Toma, distraída!

Não, definitivamente a internet não é terra de ninguém, onde se pode agredir pessoas sem sofrer as devidas consequências previstas na legislação brasileira..
Um bom exemplo é o da professora Débora Araújo Seabra de Moura (foto), que foi agredida pela enfermeira MOABY FERREIRA DA SILVA em 01 de janeiro de 2023, em sua rede social Instagram, com injúria, ofensa flagrante a sua dignidade em razão da condição de pessoa com deficiência, dirigindo-se a ela como “professora anencéfala” .
Moaby foi além e quando questionada por outros integrantes da mesma rede social, agredindo mais a professora Débora, afirmando que ela seria uma pessoa inidônea e desonesta em razão de uma suposta opção política, ao afirmar: “quem apoia ladrão, ladrão é!!”, utilizando ainda a expressão “Lixooooo” seguida do Emoji “cara de palhaço”.
Mesmo sendo de outro estado, o Mato Grosso, a agressora foi facilmente identificada.
Tudo documentado por prints e identificada a autoria, a consequência necessária no mundo real.
Esta semana, o primeiro resultado efetivo; a juíza de Direito Tatiana Socoloski, da 4ª Vara Criminal da Comarca de Natal/RN, acolheu a denúncia formulada pelo Ministério Público Estadual contra a enfermeira.
CRIME COM CASTIGO
Em razão de agressão, a acusada responderá pelo crime de INJÚRIA, podendo ser condenada a até 9 anos de reclusão e multa, além de indenização à vítima.
O advogado Marcos Braga foi constituído pela família da professora Débora para funcionar como assistente de acusação do Ministério Público do Rio Grande do Norte no caso.
Fonte: JornalismoTL
Comentário do Bagada: reação acertada e pedagógica da família e dos advogados. A enfermeira certamente não esperava essa lapada. Aliás, o Blog do Bagada já apurou que terá também uma ação cível e representação no Conselho Regional de Enfermagem. Toma, distraída!
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