Barroso defende gasto com segurança de Toffoli para ver final da Champions Legue
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, saiu em defesa dos gastos da Corte com a segurança do ministro Dias Toffoli durante uma viagem do magistrado a Londres (Inglaterra) que incluiu a ida ao estádio de Wembley para ver a final da Uefa Champions League entre Real Madrid e Borussia Dortmund. Segundo reportagem publicada pelo jornal Folha de S.Paulo, um segurança do ministro recebeu R$ 39 mil, em diárias internacionais, para a viagem. Os valores foram destinados ao servidor que acompanhou Toffoli entre os dias 25 de maio e 3 de junho. A final da Champions ocorreu no dia 1º de junho. “Até pouco tempo atrás, os ministros do Supremo Tribunal Federal circulavam em agendas pessoais e até institucionais inteiramente sós. Infelizmente, nos últimos anos, fomentou-se um tipo de agressividade e de hostilidade que passaram a exigir o reforço da segurança em todas as situações”, justificou Barroso, em nota. Ainda segundo o presidente do Supremo, “as autoridades públicas de todos os Poderes circulam com esse tipo de proteção seja em eventos privados, seja em eventos públicos”. “Porque, evidentemente, a agressão ou o atentado contra uma autoridade, em agenda particular ou não, é gravosa para a institucionalidade do país”, completou.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, saiu em defesa dos gastos da Corte com a segurança do ministro Dias Toffoli durante uma viagem do magistrado a Londres (Inglaterra) que incluiu a ida ao estádio de Wembley para ver a final da Uefa Champions League entre Real Madrid e Borussia Dortmund.
Segundo reportagem publicada pelo jornal Folha de S.Paulo, um segurança do ministro recebeu R$ 39 mil, em diárias internacionais, para a viagem. Os valores foram destinados ao servidor que acompanhou Toffoli entre os dias 25 de maio e 3 de junho. A final da Champions ocorreu no dia 1º de junho.
“Até pouco tempo atrás, os ministros do Supremo Tribunal Federal circulavam em agendas pessoais e até institucionais inteiramente sós. Infelizmente, nos últimos anos, fomentou-se um tipo de agressividade e de hostilidade que passaram a exigir o reforço da segurança em todas as situações”, justificou Barroso, em nota.
Ainda segundo o presidente do Supremo, “as autoridades públicas de todos os Poderes circulam com esse tipo de proteção seja em eventos privados, seja em eventos públicos”. “Porque, evidentemente, a agressão ou o atentado contra uma autoridade, em agenda particular ou não, é gravosa para a institucionalidade do país”, completou.
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