Avião com Janja tem rota alterada após negativa de países para uso do espaço aéreo
O voo da Força Aérea Brasileira (FAB), transportando a primeira-dama Rosângela Lula da Silva, conhecida como Janja, e membros da equipe presidencial para Moscou, enfrentou contratempos diplomáticos. O avião teve sua decolagem adiada e a rota original alterada devido à falta de autorização de sobrevoo por parte de países da região do Báltico.  Segundo informações dos jornais O Globo e Folha de S.Paulo, a Letônia e a Estônia negaram o pedido do governo brasileiro para que a aeronave cruzasse seus espaços aéreos, enquanto a Lituânia não respondeu à solicitação. Diante dessa situação, o Palácio do Planalto acionou a diplomacia e obteve permissão emergencial da Finlândia para redirecionar o voo por esse território.  A aeronave transportava o chamado escalão avançado — grupo responsável por preparar a logística e os detalhes da agenda oficial de visitas internacionais antes da chegada do presidente. Janja embarcou com a comitiva por volta das 10h da manhã de sexta-feira, dias antes da partida prevista do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para Moscou, marcada para terça-feira (6), às 22h.  A Presidência confirmou à Folha que houve “necessidade de remanejamento do horário de saída do voo em que estava a primeira-dama”, atribuindo o impasse à “sensibilidade política” por parte da Letônia. Já a Estônia alegou que o pedido de uso de seu espaço aéreo foi feito em prazo insuficiente para análise e liberação, o que teria motivado a negativa.  A negativa de sobrevoo é considerada incomum em viagens diplomáticas de alto nível, especialmente quando envolvem autoridades brasileiras. Direita Online

O voo da Força Aérea Brasileira (FAB), transportando a primeira-dama Rosângela Lula da Silva, conhecida como Janja, e membros da equipe presidencial para Moscou, enfrentou contratempos diplomáticos. O avião teve sua decolagem adiada e a rota original alterada devido à falta de autorização de sobrevoo por parte de países da região do Báltico. 
Segundo informações dos jornais O Globo e Folha de S.Paulo, a Letônia e a Estônia negaram o pedido do governo brasileiro para que a aeronave cruzasse seus espaços aéreos, enquanto a Lituânia não respondeu à solicitação. Diante dessa situação, o Palácio do Planalto acionou a diplomacia e obteve permissão emergencial da Finlândia para redirecionar o voo por esse território. 
A aeronave transportava o chamado escalão avançado — grupo responsável por preparar a logística e os detalhes da agenda oficial de visitas internacionais antes da chegada do presidente. Janja embarcou com a comitiva por volta das 10h da manhã de sexta-feira, dias antes da partida prevista do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para Moscou, marcada para terça-feira (6), às 22h. 
A Presidência confirmou à Folha que houve “necessidade de remanejamento do horário de saída do voo em que estava a primeira-dama”, atribuindo o impasse à “sensibilidade política” por parte da Letônia. Já a Estônia alegou que o pedido de uso de seu espaço aéreo foi feito em prazo insuficiente para análise e liberação, o que teria motivado a negativa. 
A negativa de sobrevoo é considerada incomum em viagens diplomáticas de alto nível, especialmente quando envolvem autoridades brasileiras.
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