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Atleta organiza primeiro “MMA trans” do mundo em São Paulo

Primeiro atleta na história a se assumir como homem trans no MMA, Cris Macfer, de 30 anos, está organizando o primeiro evento de artes marciais mistas, com lutadores transgêneros do Brasil. Batizada de Trans Fighter, a competição ocorre em novembro em São Paulo e já está com seis lutas confirmadas. O MMA permite que atletas trans lutem com atletas dos gêneros com os quais se identificam. Mas Cris decidiu não ingressar na categoria masculina do torneio. Com base nisso, o lutador decidiu criar uma nova categoria de MMA, na qual somente pessoas trans iriam competir. Nascia ali o Trans Fighter. A competição chegou a ter 40 atletas confirmados, mas o número teve uma drástica queda.     A realização do evento, segundo Cris, irá não apenas celebrar o respeito e a disciplina ensinados com as artes marciais, mas também ajudar a motivar a reflexão e propor debates sobre as questões de gênero.   Tricampeão mundial e bicampeão brasileiro de hapkidô (arte marcial coreana), além de bicampeão mundial de jiu-jitsu, Cris tem 30 anos e também encontrou na luta um caminho de autoconhecimento.    Metrópoles  

Bagadão
Por Bagadão 10 de setembro de 2023
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Atleta organiza primeiro “MMA trans” do mundo em São Paulo

Primeiro atleta na história a se assumir como homem trans no MMA, Cris Macfer, de 30 anos, está organizando o primeiro evento de artes marciais mistas, com lutadores transgêneros do Brasil. Batizada de Trans Fighter, a competição ocorre em novembro em São Paulo e já está com seis lutas confirmadas.

O MMA permite que atletas trans lutem com atletas dos gêneros com os quais se identificam. Mas Cris decidiu não ingressar na categoria masculina do torneio. Com base nisso, o lutador decidiu criar uma nova categoria de MMA, na qual somente pessoas trans iriam competir. Nascia ali o Trans Fighter. A competição chegou a ter 40 atletas confirmados, mas o número teve uma drástica queda.

 

 

A realização do evento, segundo Cris, irá não apenas celebrar o respeito e a disciplina ensinados com as artes marciais, mas também ajudar a motivar a reflexão e propor debates sobre as questões de gênero.

 

Tricampeão mundial e bicampeão brasileiro de hapkidô (arte marcial coreana), além de bicampeão mundial de jiu-jitsu, Cris tem 30 anos e também encontrou na luta um caminho de autoconhecimento. 

 

Metrópoles

 

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