Asfalto, drones e lancha: para onde iriam as emendas suspensas por Dino
O Congresso e o governo Lula começam o ano de 2025 pressionados por uma tensão iniciada no fim do ano passado: a suspensão de quase R$ 7 bilhões em emendas parlamentares por decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). O valor inclui R$ 4,2 bilhões em emendas da Câmara e R$ 2,7 bilhões do Senado. Dino avaliou que os pagamentos não estavam obedecendo critérios de transparência. No sistema atual, o STF considerou que não é possível rastrear qual parlamentar está enviando o dinheiro para qual projeto. O @portalg1 fez um levantamento sobre a destinação prevista para essas emendas. Os valores financiariam, por exemplo, pavimentação de ruas, construção de campos de futebol, drones, caixas d’água e compra de veículos pelo poder público. Além da falta de transparência, um problema apresentado nas emendas está relacionado à forma de distribuição dos recursos pelo país. 📌 A menor emenda bloqueada, no valor de R$ 961, foi definida por um deputado federal para custear a atenção primária do Sistema Único de Saúde (SUS) de Calçoene (AP); 📌 Seis emendas do Senado Federal, agora bloqueadas, destinavam R$ 5 milhões para a compra de drones em quatro estados. A proposta era que esses itens pudessem ser usados em atividades relacionadas à segurança pública dos estados. 📌 Outras 1.390 emendas, no valor total de R$ 468 milhões, previam a compra de veículos como carros, tratores e até lanchas. 📌 A rubrica de “desenvolvimento viário” é vice-líder no ranking de áreas com mais emendas bloqueadas. O termo abriga obras de pavimentação e recapeamento, construção de ciclovias e calçadas e ações de iluminação pública. Ao todo, as emendas somam R$ 1 bilhão – e só o Distrito Federal não receberia emendas para essa finalidade, entre os valores bloqueados. Globo News

O Congresso e o governo Lula começam o ano de 2025 pressionados por uma tensão iniciada no fim do ano passado: a suspensão de quase R$ 7 bilhões em emendas parlamentares por decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF).
O valor inclui R$ 4,2 bilhões em emendas da Câmara e R$ 2,7 bilhões do Senado. Dino avaliou que os pagamentos não estavam obedecendo critérios de transparência. No sistema atual, o STF considerou que não é possível rastrear qual parlamentar está enviando o dinheiro para qual projeto. O @portalg1 fez um levantamento sobre a destinação prevista para essas emendas.
Os valores financiariam, por exemplo, pavimentação de ruas, construção de campos de futebol, drones, caixas d’água e compra de veículos pelo poder público.
Além da falta de transparência, um problema apresentado nas emendas está relacionado à forma de distribuição dos recursos pelo país.
📌 A menor emenda bloqueada, no valor de R$ 961, foi definida por um deputado federal para custear a atenção primária do Sistema Único de Saúde (SUS) de Calçoene (AP);
📌 Seis emendas do Senado Federal, agora bloqueadas, destinavam R$ 5 milhões para a compra de drones em quatro estados. A proposta era que esses itens pudessem ser usados em atividades relacionadas à segurança pública dos estados.
📌 Outras 1.390 emendas, no valor total de R$ 468 milhões, previam a compra de veículos como carros, tratores e até lanchas.
📌 A rubrica de “desenvolvimento viário” é vice-líder no ranking de áreas com mais emendas bloqueadas. O termo abriga obras de pavimentação e recapeamento, construção de ciclovias e calçadas e ações de iluminação pública. Ao todo, as emendas somam R$ 1 bilhão – e só o Distrito Federal não receberia emendas para essa finalidade, entre os valores bloqueados.
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