Após denúncia de homem que agrediu mulher com 61 socos, Seap afasta 10 policiais penais
A Secretaria da Administração Penitenciária (SEAP) afastou cautelarmente 10 policiais penais que atuavam na Cadeia Pública de Ceará-Mirim, na Grande Natal, em cumprimento a uma decisão judicial. O processo que originou a determinação está sob sigilo, segundo informou a pasta. A SEAP acrescentou que a nota divulgada também se refere ao caso de Igor Eduardo Pereira Cabral, preso em flagrante por tentativa de feminicídio após agredir a namorada, Juliana Garcia dos Santos Soares, com 61 socos dentro de um elevador. A Secretaria não detalhou como o caso se relaciona aos policiais afastados, devido ao sigilo imposto pela Justiça. Em agosto deste ano, após a prisão, ele denunciou que teria sido agredido por agentes penais na cadeia, em Ceará-Mirim, alegando violência: murros, cotoveladas, spray de pimenta, entre outras ações atribuídas aos agentes. Os servidores foram realocados para o Complexo Penal Agrícola Dr. Mário Negócio, em Mossoró. De acordo com a SEAP, a transferência atende à “incontestável necessidade do serviço público” e busca assegurar a continuidade das atividades no sistema penitenciário. A pasta afirmou ainda que tem colaborado integralmente com a elucidação dos fatos e que todas as providências determinadas pelos órgãos competentes estão sendo executadas. A SEAP reiterou seu compromisso com a legalidade e com o cumprimento das determinações judiciais durante a condução do processo.

A Secretaria da Administração Penitenciária (SEAP) afastou cautelarmente 10 policiais penais que atuavam na Cadeia Pública de Ceará-Mirim, na Grande Natal, em cumprimento a uma decisão judicial. O processo que originou a determinação está sob sigilo, segundo informou a pasta. A SEAP acrescentou que a nota divulgada também se refere ao caso de Igor Eduardo Pereira Cabral, preso em flagrante por tentativa de feminicídio após agredir a namorada, Juliana Garcia dos Santos Soares, com 61 socos dentro de um elevador.
A Secretaria não detalhou como o caso se relaciona aos policiais afastados, devido ao sigilo imposto pela Justiça. Em agosto deste ano, após a prisão, ele denunciou que teria sido agredido por agentes penais na cadeia, em Ceará-Mirim, alegando violência: murros, cotoveladas, spray de pimenta, entre outras ações atribuídas aos agentes.
Os servidores foram realocados para o Complexo Penal Agrícola Dr. Mário Negócio, em Mossoró. De acordo com a SEAP, a transferência atende à “incontestável necessidade do serviço público” e busca assegurar a continuidade das atividades no sistema penitenciário.
A pasta afirmou ainda que tem colaborado integralmente com a elucidação dos fatos e que todas as providências determinadas pelos órgãos competentes estão sendo executadas. A SEAP reiterou seu compromisso com a legalidade e com o cumprimento das determinações judiciais durante a condução do processo.
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