Análise: Como o STF recebeu a nota da Viviane Barci de Moraes
O clima no Supremo Tribunal Federal (STF) é de “desconfiança” e “consternação” em meio ao caso Master e a divulgação da nota emitida pelo escritório de Viviane Barci de Moraes, esposa de Alexandre de Moraes, não aliviou a sensação. A análise é do diretor de jornalismo da CNN em Brasília, Daniel Rittner. O documento aborda os 36 pareceres jurídicos e opiniões legais produzidos para o Banco Master pelo escritório de Viviane. Segundo Daniel Rittner, o ambiente atual no STF contrasta com momentos anteriores de maior cooperação institucional. Durante as investigações do 8 de janeiro, por exemplo, havia um clima de trabalho conjunto entre os gabinetes dos ministros, mesmo quando existiam divergências sobre a competência do tribunal para julgar determinados casos. Reações institucionais Já no Congresso, Daniel Rittner salienta existe um movimento ainda minoritário que busca instaurar Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) para investigar o caso, iniciativa que depende dos presidentes da Câmara e do Senado para avançar. Já representantes do Supremosinalizaram que, conforme o regimento interno da corte, CPIs não poderiam investigar o Judiciário, alegando que “quem investiga o Supremo é o próprio Supremo”. Impactos políticos No governo federal, a reação é mista. Existe preocupação com o crescimento de opositores nas pesquisas eleitorais, o que gera cautela em relação ao envolvimento direto no caso. “Mas tem uma ala pequena no governo que defende que tem menos a perder do que outros”, disse. “No final das contas, me parece que a gente está naquela clima do meme do Homem-Aranha, das redes sociais, de um apontando para o outro. A gente vive mais esse clima”, disse

O clima no Supremo Tribunal Federal (STF) é de “desconfiança” e “consternação” em meio ao caso Master e a divulgação da nota emitida pelo escritório de Viviane Barci de Moraes, esposa de Alexandre de Moraes, não aliviou a sensação. A análise é do diretor de jornalismo da CNN em Brasília, Daniel Rittner.
O documento aborda os 36 pareceres jurídicos e opiniões legais produzidos para o Banco Master pelo escritório de Viviane. Segundo Daniel Rittner, o ambiente atual no STF contrasta com momentos anteriores de maior cooperação institucional. Durante as investigações do 8 de janeiro, por exemplo, havia um clima de trabalho conjunto entre os gabinetes dos ministros, mesmo quando existiam divergências sobre a competência do tribunal para julgar determinados casos.
Reações institucionais
Já no Congresso, Daniel Rittner salienta existe um
movimento ainda minoritário que busca instaurar Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) para investigar o caso, iniciativa que depende dos presidentes da Câmara e do Senado para avançar.
Já representantes do Supremosinalizaram que, conforme o regimento interno da corte, CPIs não poderiam investigar o Judiciário, alegando que “quem investiga o Supremo é o próprio Supremo”.
Impactos políticos
No governo federal, a reação é mista. Existe preocupação com o crescimento de opositores nas pesquisas eleitorais, o que gera cautela em relação ao envolvimento direto no caso. “Mas tem uma ala pequena no governo que defende que tem menos a perder do que outros”, disse.
“No final das contas, me parece que a gente está naquela clima do meme do Homem-Aranha, das redes sociais, de um apontando para o outro. A gente vive mais esse clima”, disse
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