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Abraão Lincoln é o primeiro indiciado da CPMI do INSS por organização criminosa, corrupção e lavagem de dinheiro

Relator da CPMI do INSS, o deputado Alfredo Gaspar começou a ler nesta sexta-feira (27) o relatório final da Comissão e o primeiro indiciado foi o político potiguar Abraão Lincoln. Segundo o parlamentar, o documento sustenta que Lincoln teria participação em um esquema investigado pela CPMI, e por isso recomenda o encaminhamento do caso aos órgãos competentes para as providências criminais e cíveis cabíveis.   De acordo com a leitura feita por Gaspar, o relatório atribui a Abraão Lincoln suspeitas de organização criminosa, corrupção ativa e lavagem de dinheiro. A peça também inclui a imputação de falso testemunho, sob a alegação de que informações prestadas no âmbito da comissão teriam sido falsas ou deliberadamente omitidas durante depoimentos e diligências.   O relator afirmou que a CPMI reuniu elementos ao longo das oitivas e da análise de documentos para sustentar os indiciamentos sugeridos, com foco em eventuais fraudes e irregularidades relacionadas ao INSS que motivaram a criação da comissão. A leitura do relatório, no entanto, marca uma nova fase do trabalho: a consolidação das conclusões e a definição de responsabilidades, em meio a disputas políticas sobre a condução das investigações.   A indicação de Abraão Lincoln como primeiro indiciado eleva a repercussão do caso no Rio Grande do Norte e coloca pressão sobre aliados e adversários do potiguar, além de intensificar o embate entre blocos na CPMI. A expectativa agora é pelo encaminhamento formal do relatório e pela reação dos citados, que podem contestar as conclusões, apresentar versões e questionar a consistência das provas apontadas pela comissão.       Reprodução: Blog Gustavo Negreios

Bagadão
Por Bagadão 27 de março de 2026
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Abraão Lincoln é o primeiro indiciado da CPMI do INSS por organização criminosa, corrupção e lavagem de dinheiro

Relator da CPMI do INSS, o deputado Alfredo Gaspar começou a ler nesta sexta-feira (27) o relatório final da Comissão e o primeiro indiciado foi o político potiguar Abraão Lincoln. Segundo o parlamentar, o documento sustenta que Lincoln teria participação em um esquema investigado pela CPMI, e por isso recomenda o encaminhamento do caso aos órgãos competentes para as providências criminais e cíveis cabíveis.

 

De acordo com a leitura feita por Gaspar, o relatório atribui a Abraão Lincoln suspeitas de organização criminosa, corrupção ativa e lavagem de dinheiro. A peça também inclui a imputação de falso testemunho, sob a alegação de que informações prestadas no âmbito da comissão teriam sido falsas ou deliberadamente omitidas durante depoimentos e diligências.

 

O relator afirmou que a CPMI reuniu elementos ao longo das oitivas e da análise de documentos para sustentar os indiciamentos sugeridos, com foco em eventuais fraudes e irregularidades relacionadas ao INSS que motivaram a criação da comissão. A leitura do relatório, no entanto, marca uma nova fase do trabalho: a consolidação das conclusões e a definição de responsabilidades, em meio a disputas políticas sobre a condução das investigações.

 

A indicação de Abraão Lincoln como primeiro indiciado eleva a repercussão do caso no Rio Grande do Norte e coloca pressão sobre aliados e adversários do potiguar, além de intensificar o embate entre blocos na CPMI. A expectativa agora é pelo encaminhamento formal do relatório e pela reação dos citados, que podem contestar as conclusões, apresentar versões e questionar a consistência das provas apontadas pela comissão.

 

 

 

Reprodução: Blog Gustavo Negreios

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