“A morte é uma sacanagem”: Luís Fernando Veríssimo morre aos 88 anos
Morre Luis Fernando Verissimo aos 88 anos em Porto Alegre O escritor e cronista Luis Fernando Verissimo morreu neste sábado (30), aos 88 anos, em Porto Alegre (RS). Ele estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Moinhos de Vento, na capital gaúcha. Nascido em Porto Alegre em 26 de setembro de 1936, Verissimo enfrentava há anos uma série de complicações de saúde, que incluíam a doença de Parkinson, sequelas de um acidente vascular cerebral (AVC) sofrido em 2021, além de problemas cardíacos. Na velhice, já debilitado pelos sucessivos problemas de saúde, o escritor falava da morte com um misto de tristeza e doçura, sempre com a leveza típica de sua obra. Em entrevista à Folha de S.Paulo, em 2011, afirmou: “A morte é uma injustiça, essa é a melhor descrição. Mas a gente tem de conviver com isso.” Dois anos depois, após deixar o hospital onde esteve internado por conta de uma infecção generalizada, voltou a ironizar a finitude da vida: “A morte é uma sacanagem. Sou cada vez mais contra.” Autor de mais de 70 livros e um dos cronistas mais populares do Brasil, Verissimo deixa um legado marcado pelo humor refinado, pela crítica social bem-humorada e por personagens inesquecíveis, como o Analista de Bagé, Ed Mort e a Velhinha de Taubaté.

Morre Luis Fernando Verissimo aos 88 anos em Porto Alegre
O escritor e cronista Luis Fernando Verissimo morreu neste sábado (30), aos 88 anos, em Porto Alegre (RS). Ele estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Moinhos de Vento, na capital gaúcha.
Nascido em Porto Alegre em 26 de setembro de 1936, Verissimo enfrentava há anos uma série de complicações de saúde, que incluíam a doença de Parkinson, sequelas de um acidente vascular cerebral (AVC) sofrido em 2021, além de problemas cardíacos.
Na velhice, já debilitado pelos sucessivos problemas de saúde, o escritor falava da morte com um misto de tristeza e doçura, sempre com a leveza típica de sua obra. Em entrevista à Folha de S.Paulo, em 2011, afirmou:
“A morte é uma injustiça, essa é a melhor descrição. Mas a gente tem de conviver com isso.”
Dois anos depois, após deixar o hospital onde esteve internado por conta de uma infecção generalizada, voltou a ironizar a finitude da vida:
“A morte é uma sacanagem. Sou cada vez mais contra.”
Autor de mais de 70 livros e um dos cronistas mais populares do Brasil, Verissimo deixa um legado marcado pelo humor refinado, pela crítica social bem-humorada e por personagens inesquecíveis, como o Analista de Bagé, Ed Mort e a Velhinha de Taubaté.
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