2024 não vem sendo de boas notícias para a cultura do RN
O ano de 2024 não vem sendo de boas notícias para a cultura do RN. A redução de recursos nas Leis de Incentivo está comprometendo vários eventos culturais. A começar pela Lei Djalma Maranhão, da Prefeitura de Natal, que antes destinava cerca de RS 14 milhões para eventos- 2 por cento do orçamento do município-, reduziu neste ano para R$ 7 milhões( 1 por cento do orçamento). O mais grave é que a Funcarte ainda não abriu inscrições para os projetos de 2024 e já anunciou que não tem mais verba. Segundo a Secretaria de Cultural de Natal, os projetos aprovados o ano passado já comprometeram todo o dinheiro da Lei de Incentivo. A nível de Estado, a Lei Câmara Cascudo, administrada pela Fundação José Augusto, caminha a passos lentos e com outras prioridades. Algumas prefeituras descobriram o caminho e estão usando o dinheiro da Lei para festas nos municípios. Os projetos das prefeituras tramitam rapidamente e são aprovados com facilidade.Enquanto isso, os projetos culturais de tradição e com vários anos de execução, estão levando muito tempo para serem aprovados e tendo redução nos valores. Todo esse quadro tem gerado uma insatisfação muito grande entre os produtores culturais e, principalmente , entre as centenas de pessoas que dependem diretamente dos eventos que acontecem em Natal, como artistas, trabalhadores, pessoal que trabalha com montagem, segurança, som, iluminação, limpeza, mídia, entre outras atividades. Os eventos geram emprego e renda. Blog do BG

O ano de 2024 não vem sendo de boas notícias para a cultura do RN. A redução de recursos nas Leis de Incentivo está comprometendo vários eventos culturais. A começar pela Lei Djalma Maranhão, da Prefeitura de Natal, que antes destinava cerca de RS 14 milhões para eventos- 2 por cento do orçamento do município-, reduziu neste ano para R$ 7 milhões( 1 por cento do orçamento).
O mais grave é que a Funcarte ainda não abriu inscrições para os projetos de 2024 e já anunciou que não tem mais verba. Segundo a Secretaria de Cultural de Natal, os projetos aprovados o ano passado já comprometeram todo o dinheiro da Lei de Incentivo.
A nível de Estado, a Lei Câmara Cascudo, administrada pela Fundação José Augusto, caminha a passos lentos e com outras prioridades. Algumas prefeituras descobriram o caminho e estão usando o dinheiro da Lei para festas nos municípios. Os projetos das prefeituras tramitam rapidamente e são aprovados com facilidade.
Enquanto isso, os projetos culturais de tradição e com vários anos de execução, estão levando muito tempo para serem aprovados e tendo redução nos valores.
Todo esse quadro tem gerado uma insatisfação muito grande entre os produtores culturais e, principalmente , entre as centenas de pessoas que dependem diretamente dos eventos que acontecem em Natal, como artistas, trabalhadores, pessoal que trabalha com montagem, segurança, som, iluminação, limpeza, mídia, entre outras atividades. Os eventos geram emprego e renda.
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